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Plano agrícola terá maior valor da história

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Fonte: Correio do Estado

O Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012 será o melhor da história em termos de recursos. A avaliação é do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz. O conjunto de medidas para financiar a safra agrícola será lançado hoje, 17 de junho, na cidade do interior paulista, pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

Segundo Vaz, o plano será anunciado “em um cenário muito positivo da agricultura brasileira com produtores capitalizados, uso de mais tecnologia, mais disposição para buscar linhas de investimento e implantar tecnologia no campo”. O secretário confirmou os R$ 107,2 bilhões direcionados à agricultura comercial com novas linhas de crédito específicas para compra de matrizes e reprodutores bovinos e renovação e expansão de canaviais.

O diretor de Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Política Agrícola, José Maria dos Anjos, reforçou o compromisso do governo com o setor produtivo e afirmou que o Brasil tem uma grande oportunidade para ampliar a produção com mais produtividade. “A demanda mundial está crescendo, os estoques de alimentos caíram e os preços dos produtos agrícolas estão em patamares mais elevados. O Brasil tem grandes produtores, clima, terra, todas as condições para produzir mais”, afirmou.

A diversificação do apoio do governo ao setor agropecuário é outro ponto central do novo Plano Agrícola e Pecuário. “O plano é bastante abrangente e se caracteriza pela redução de custos para o produtor, aumento de crédito e incentivo ao uso da tecnologia. É um plano para pecuária, setor de frutas, cereais, cana-de-açúcar, para todos os segmentos da atividade”, completa o secretário de Política Agrícola.

Sustentabilidade

Vaz reiterou ainda que o estímulo à produção sustentável é uma das prioridades do governo federal incluída nas ações para financiamento da safra. “O apoio à sustentabilidade tem como carro-chefe o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Fizemos alguns ajustes técnicos nas linhas de crédito para que elas fiquem mais acessíveis aos produtores”, explica o secretário. “Além disso, realizamos um trabalho muito forte de divulgação do programa junto aos produtores e aos bancos para melhorar o processo de operacionalização”, conclui.