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Marco Maia faz apelo para a votação da MP do Código Florestal

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Presidente da Câmara aguardará desfecho da tramitação da matéria na próxima semana

José Cruz/ABr

Foto: José Cruz/ABr

Deputado Marco Maia afirma que deixar de votar o Código traz prejuízos

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), fez um novo apelo para que os deputados votem a Medida Provisória do Código Florestal. Ele ressaltou que deixar de votar a matéria significa a perda de eficácia da MP e, por consequência, um prejuízo para ruralistas e ambientalistas.

Já o presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), aguarda o desfecho da apreciação da matéria nos dias 18 e 19 para tentar um acordo com os partidários. Segundo ele, se os líderes decidirem fazer mais uma semana de esforço concentrado com o objetivo votar o código, o Senado fará a sua parte.

Para Marco Maia, ao votar o Código, o Congresso dará tempo ao governo para analisar a matéria e a presidente Dilma Rousseff para vetar o que julgar necessário.
— Há aqui um grande debate que precisamos fazer e precisa ser entendido por todos. A perda da validade da eficácia desta MP neste momento ela é prejudicial a todos. Eu acho que precisamos votá-la e, ao votá-la, aguardar qual a decisão que vai ser tomada pela presidenta Dilma, que pode vetar de novo partes da MP e reenviar ao Congresso Nacional a sua opinião em outro projeto de lei, outra MP. Na minha avaliação nós não podemos é deixar de votar — afirma Maia.
O presidente da Câmara destacou que aguardará o desfecho da tramitação da matéria na próxima semana para conversar com Sarney sobre a convocação de um novo esforço concentrado. Maia acrescentou que o assunto também deve ser tratado com o presidente do Senado, se for o caso, pelo governo federal.

Histórico

A votação da matéria na Câmara estava prevista para quarta, dia 5, mas, por falta de acordo, a decisão foi transferida para o dia 18.  A MP pode caducar se não for votada até o dia 8 de outubro e, se for aprovada na Câmara na nova data, restarão apenas a última semana de setembro e a primeira semana de outubro para o exame da matéria no Senado.

AGÊNCIA BRASIL E CANAL RURAL

Fonte: Ruralbr