.........

KÁTIA NÃO É NOME DE CONSENSO NO AGRONEGÓCIO

.........

:

Produtores de grãos do Mato Grosso defendem a permanência do atual ministro, Neri Geller, que foi indicado pelo "rei da soja" Blairo Maggi; muitos empresários do setor consideram Kátia Abreu "autoritária e mandona"; resistência de setores produtivos se soma à gritaria dos movimentos sociais, como o MST, que rechaçam sua escolha para o ministério da Agricultura; no entanto, algumas lideranças do setor, apoiam o nome de Kátia Abreu e a veem com força política para dar mais poder ao agronegócio

26 DE NOVEMBRO DE 2014 ÀS 05:57

247 – Além da resistência de movimentos sociais, como o MST, que repudiam a escolha da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para o Ministério da Agricultura, ela também não conta com a simpatia de diversas lideranças do agronegócio.

Reportagem dos jornalistas Luiz Henrique Mendes, Fabiana Batista e Mariana Caetano, publicada nesta quarta-feira no Valor Econômico, informa que lideranças do setor produtivo defendem a permanência do atual ministro Neri Geller, ligado ao PMDB do Mato Grosso, que foi indicado ao cargo pelo "rei da soja" Blairo Maggi.

Fontes do setor ouvidos pela reportagem classificaram Kátia Abreu como uma pessoa "autoritária", "mandona" e de "difícil diálogo".

Além da resistência entre os produtores, ela também não agradou ao PMDB, que a vê como uma escolha da "cota pessoal" da presidente Dilma.

Seu nome ainda não foi oficializado pelo Palácio do Planalto e não se sabe ainda se, nesta quinta-feira, ela será anunciada ministra na área econômica, ao lado de Joaquim Levy, da Fazenda, Nelson Barbosa, do Planejamento, Alexandre Tombini, do Banco Central, e Armando Monteiro, do Desenvolvimento.

Fonte: Brasil247