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Justiça rejeita ação coletiva contra Walmart

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Fonte: Valor | Folhapress, de São Paulo

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu ontem a favor da rede varejista Walmart, eliminando a possibilidade de uma ação coletiva por discriminação sexual. A decisão da mais alta instância da Justiça norte-americana contrariou o entendimento do Tribunal de Apelações de São Francisco, na Califórnia.

A ação poderia englobar 1,6 milhão de funcionárias da empresa, com um prejuízo potencial de bilhões de dólares em indenizações. Agora essas mulheres terão que entrar com ações isoladas, logo com menos pressão sobre a maior rede varejista do mundo.

A ação era movida por um grupo de seis mulheres que alega ter recebido menos salários e promoções do que colegas do sexo masculino. O Walmart nega as acusações e afirma que transformar o caso em uma ação coletiva acabaria incluindo funcionárias ou ex-funcionárias que não têm qualquer reclamação sobre a empresa.

O processo foi iniciado em 2001 e o argumento do grupo para transformar o caso em uma ação coletiva era o de que a rede teria sistematicamente discriminado funcionárias mulheres nas lojas espalhadas pelos Estados Unidos.