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Inspeção dos EUA visita frigoríficos no Brasil

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O Mapa pretende apresentar os avanços nos controles oficiais referentes às carnes industrializadas exportadas para o país

por Agência Estado

Rogério Cassimiro

O administrador do Serviço de Inspeção Americano (FSIS, sigla em inglês), Alfred Almanza, chega ao Brasil na próxima segunda-feira (17/9) para uma visita de dois dias a três frigoríficos processadores de carnes localizados em São Paulo e Mato Grosso do Sul. O Ministério da Agricultura pretende apresentar ao chefe do serviço de inspeção norte-americano "os avanços nos controles oficiais e autocontroles privados referentes às carnes industrializadas exportadas para os Estados Unidos".
O Ministério da Agricultura informa, por meio de nota, que é a primeira vez que o administrador do FSIS vem ao Brasil, "o que mostra o interesse pelo potencial do mercado brasileiro". O governo brasileiro observa que os Estados Unidos nos últimos anos promoveram grandes avanços em relação à Segurança Alimentar, além de ter modernizado as estruturas administrativas, modelo próximo ao que se deseja para o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa).
O Ministério da Agricultura diz que a partir da visita os serviços de inspeção dos dois países podem iniciar um processo de cooperação técnica que culminará em acordos homogêneos, além do alinhamento nos fóruns internacionais, favorecendo o comércio bilateral entre as partes.
Os técnicos lembram que recentemente o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda, sigla em inglês) comunicou o reconhecimento de equivalência do serviço de inspeção de carne suína do Brasil e autorizou a habilitação de matadouros-frigoríficos de Santa Catarina para exportação de carne suína "in natura".
O FSIS também ampliou a autorização de habilitação de carne suína cozida e processada de outros Estados brasileiros livres de aftosa com vacinação, desde que a industrialização ocorra em estabelecimentos que tenham registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e estejam habilitados como produtores de matéria-prima.

Fonte: Globo Rural