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INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA – DNIT diz que carretas paradas foram liberadas após manutenção na BR-163 no Pará

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Segundo o órgão, trecho retido foi parcialmente recuperado; obras de alargamento da pista continuam

br163-lama-caminhao-atoleiro (Foto: Elisamar Pereira Silva/Via Whatsapp)

Caminhoneiros ficaram mais de uma semana atolados em trecho de terra da rodovia. (Foto: Elisamar Pereira Silva/Via Whatsapp)

As carretas que estavam paradas na BR-163 no Pará no sentido sul, em direção a Mato Grosso, foram liberadas na noite de quarta-feira, 1º de março, após a realização de serviços de manutenção na rodovia, informou, em nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Conforme o DNIT, as carretas carregadas que aguardavam na rodovia no sentido norte, rumo a Miritituba (PA), também puderam prosseguir. "O tráfego está sendo liberado alternadamente em sentido único, tanto de ida quanto de volta, até que sejam concluídos os trabalhos de alargamento da pista", relatou o DNIT.

O departamento ressaltou que o trecho que apresentava pontos de retenção foi parcialmente recuperado. "As equipes do DNIT ainda trabalham para deixar a pista mais larga e executar a drenagem", informou o DNIT, reforçando que este trecho da BR-163 deverá ser pavimentado este ano.

A meta do DNIT é asfaltar 60 quilômetros da rodovia em 2017, e a previsão de conclusão do asfaltamento da BR-163 até Miritituba é 2018. O DNIT voltou a ressaltar que, com a chegada do Exército e da Polícia Rodoviária Federal no fim de semana, foi possível executar os serviços de manutenção nos pontos de retenção verificados na BR-163 e BR-230, no Pará.

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, receberá nesta quinta-feira (2/3) representantes das tradings Amaggi, ADM, Cargill, Bunge e Cofco, responsáveis pela maior parte do volume de grãos transportados pela rota da BR-163 até os portos do Norte do País.

Conforme o DNIT, o objetivo da reunião será definir uma estratégia logística que garanta a manutenção da trafegabilidade ao longo da rodovia e o consequente escoamento da produção

Fonte : Globo Rural