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Força à pesquisa | OLHAR DO CAMPO | Irineu Guarnier Filho

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O Rio Grande do Sul já liderou parte importante da pesquisa agronômica no país. Orizicultura, triticultura, sojicultura, fruticultura, ovinocultura, bovinocultura de leite e de corte, suinocultura, avicultura e outras atividades praticadas hoje com sucesso em todo o país foram beneficiadas por pesquisas desenvolvidas em solo gaúcho por instituições científicas locais. Nas últimas décadas, a vanguarda da pesquisa agronômica se transferiu para Estados agrícolas emergentes, como Paraná e Mato Grosso.
O sucateamento de órgãos tradicionais de pesquisa do Estado, como o Irga e a Fepago, explicam esse atraso em um setor vital para a economia gaúcha. Sem pesquisas que ampliem o conhecimento no setor, não há avanços na produtividade das lavouras e da pecuária. O país ou Estado que não investe na geração de conhecimento científico, torna-se mero comprador de pacotes tecnológicos das grandes empresas transnacionais – muitas vezes obsoletos em seus países de origem.

Fonte:  ZH | OLHAR DO CAMPO | Irineu Guarnier Filho