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CULTURA – Festival do chocolate e cacau da Bahia espera 60 mil visitantes

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Evento acontece entre os dias 20 e 23 de julho em Ilhéus

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O festival conta com mais de 80 expositores, sendo cerca de 30 marcas de chocolate de origem do Sul da Bahia e Amazônia (Foto: Thinkstock)

A nona edição do Chocolat Bahia – Festival Internacional do Chocolate e Cacau começa nesta quinta-feira (20/7) no Centro de Convenções de Ilhéus, Sul da Bahia. O evento acontece até domingo (23/7) e a entreda é gratuita, Segundo a organização, a a expectativa de público é de 60 mil pessoas durante os quatro dias de evento, superando os 50 mil registrados no ano passado.

O festival conta com mais de 80 expositores, sendo cerca de 30 marcas de chocolate de origem do Sul da Bahia e Amazônia. O Chocolat Bahia também promove cursos de capacitação, debates sobre temas do setor, rodadas de negócios e palestras ministradas por especialistas internacionais.

“Quando se fala em chocolate, estamos sempre buscando, no mundo inteiro, quem melhor podem contribuir para a cadeia produtiva do cacau e chocolate para trazer ao Festival. Este ano, teremos o fundador da maior comunidade virtual de chocolate do mundo, o escritor norte americano Clay Gordon”, revela Marco Lessa, idealizador do projeto e organizador do evento.

Autor do livro Descubra o chocolate: o guia final de compra, degustação e aproveitamento de chocolate fino (em livre tradução), Gordon ministra palestra sobre o passado, presente e futuro do chocolate artesanal neste sábado 22/7, a partir das 16h. No mesmo dia, a especialista portuguesa Goretti Silva fala sobre turismo associado ao chocolate. As vagas para as palestras são limitadas e as incrições podem ser feitas pelo site.

A programação do Chocolat Bahia também inclui workshops gratuitos de receitas à base de chocolate com chefs brasileiros. Um dos convidados é Lucas Corazza, confeiteiro e jurado do reality show Que Seja Doce, do canal GNT. O evento ainda conta com exposições de esculturas de chocolate e irá promover visitas a fazendas produtoras de cacau.

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL