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China lidera importações de produtos agropecuários do Brasil em julho

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País elevou a participação nas exportações do setor de 25,5% para 32,1%.
O complexo soja foi o principal setor exportador, diz o AgroStat.

A China foi o país que mais comprou produtos agropecuários do Brasil em julho, elevando sua participação nas exportações do setor de 25,5% para 32,1%. Dados do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (AgroStat) mostram que os asiáticos adquiriram US$ 2,92 bilhões no mês passado. Na comparação com igual mês de 2014, o incremento foi de 19,2% – aumento puxado por soja em grãos e carne bovina.

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O complexo soja foi o principal setor exportador, com US$ 2,47 bilhões. Os produtos florestais ficaram em segundo, com US$ 185,26 milhões, sendo US$ 169,65 milhões de celulose, US$ 9,4 milhões de papel e US$ 6,21 milhões de madeira. Em terceiro, ficaram as carnes, com US$ 127,39 milhões, sendo US$ 69,51 milhões de carne de frango, US$ 57,27 milhões de carne bovina e US$ 610.080 de carne suína.

No acumulado do ano até julho, a China também ocupa a primeira posição, com US$ 14,67 bilhões. A lista dos cinco maiores compradores segue com Estados Unidos (com US$ 3,72 bilhões), Países Baixos (US$ 2,94 bilhões), Alemanha, (US$ 1,63 bilhão) e Rússia(US$ 1,37 bilhão).

No caso dos Estados Unidos, os produtos florestais foram destaque em julho, com US$ 200,77 milhões. No setor, a celulose ficou em primeiro lugar, com US$ 96,75 milhões, seguida pela madeira com US$ 86,69 milhões e papel, com US$ 17,33 milhões. O café ficou em segundo lugar, com US$ 113,36 milhões, sendo US$ 105,40 milhões de café em grãos e US$ 7,96 milhões de extratos de café. O complexo sucroalcooleiro foi o terceiro principal setor, com US$ 60 milhões, sendo US$ 43,80 milhões de álcool e US$ 16,20 milhões de açúcar.

Para os Países Baixos, o setor que mais exportou no mês passado foi o complexo soja, com US$ 317,77 milhões. O produto de destaque foi a soja em grãos, com US$ 160,15 milhões. Em seguida, ficou o farelo de soja, com US$ 157,59 milhões e o óleo de soja, com US$ 27,74 mil.

Os produtos florestais ocuparam a segunda posição, com US$ 106,67 milhões. Deste valor, US$ 102,65 milhões foram de celulose e US$ 4,02 milhões de madeira. Em seguida ficaram as carnes, com US$ 66,96 milhões, sendo US$ 46,46 milhões de carne de frango, US$ 12,66 milhões de carne bovina, US$ 7,77 milhões de carne de peru e US$ 63.980 as demais carnes e miudezas.

Do Estadão Conteúdo

Fonte : Globo