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Cereais, Fibras e Oleaginosas – CNA é homenageada com exemplar de nova soja brasileira desenvolvida pela Embrapa

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Maurício Lopes, Pres da Embrapa; Kátia Abreu, Min da Agricultura; João Martins, Pres CNA; e Eduardo Leduc, da Basf /Foto Wenderson Araujo

Brasília (25/08/2015) – O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu das mãos da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Kátia Abreu, um exemplar da Cultivance, que integra o Sistema de Produção Cultivance, a primeira soja geneticamente modificada totalmente desenvolvida no Brasil. A homenagem aconteceu em reconhecimento à atuação da CNA para o desenvolvimento da produção da soja.

Lançada oficialmente, nesta terça-feira (25/08), na sede da Embrapa, em Brasília, a Cultivance é resultado de trabalho conjunto entre a Basf e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e representa um marco para a ciência brasileira. O desenvolvimento da Cultivance exigiu 20 anos de pesquisa e estudos, período em que obteve a aprovação formal pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), em 2009, para ser comercializada.

Foram investidos US$ 33 milhões para desenvolver o sistema, que incluiu melhoramento genético, estudos científicos conduzidos em laboratório para comprovar a segurança alimentar da nova soja e estudos de campo para amparar o processo de registro mundial.

Este é um momento “fabuloso que vem trazer ao produtor brasileiro economia e o aumento da produtividade”, declarou o presidente da CNA, atento aos avanços do mercado e aos resultados positivos para a agricultura brasileira. Adaptado para todo o país, o novo sistema vai ser comercializado em oito estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, São Paulo, além do Distrito Federal. Dezessete países da União Europeia já aprovaram a Cultivance e deverão importar esse produto genuinamente nacional.

Conforme informaram a Embrapa e a Basf “a tecnologia combina a utilização de cultivares de soja com o uso de um herbicida de amplo espectro de ação para o manejo de plantas daninhas de folhas largas e estreitas”. “É a primeira vez que uma planta de soja geneticamente modificada, completamente desenvolvida no Brasil, desde o laboratório até a comercialização, entra no mercado, com aprovação nos principais países importadores dessa importante oleaginosa”, destacou o presidente da Embrapa, Maurício Antonio Lopes. O vice-presidente sênior da divisão de proteção de cultivos para América Latina da Basf, Eduardo Leduc, assegurou “tratar-se de uma tecnologia totalmente verde-amarela, desde a concepção à comercialização, além de ser uma importante e viável alternativa às já existentes”.

Assessoria de Comunicação CNA

Fonte : Canal do Produtor