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	<title>Ricardo Alfonsin Advogados &#187; Espaço Agrário</title>
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	<description>Escritório de Advocacia</description>
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		<title>Atenção, Produtores Rurais – Pessoa Jurídica</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 18:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O produtor rural, pessoa jurídica, tem até hoje para pagar a Contribuição Sindical Rural. A Guia de contribuição venceu no dia 31 de janeiro, mas o produtor tem um prazo de 90 dias para pagar o boleto após o vencimento. Esse prazo de 90 dias termina agora. Para facilitar a vida do produtor rural, pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>O produtor rural, pessoa jurídica, tem até hoje para pagar a Contribuição Sindical Rural. A Guia de contribuição venceu no dia 31 de janeiro, mas o produtor tem um prazo de 90 dias para pagar o boleto após o vencimento. Esse prazo de 90 dias termina agora.<span id="more-3528"></span></p>
<p>Para facilitar a vida do produtor rural, pessoa jurídica, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA permite que a 2ª via de contribuição sindical rural seja emitida <a href="http://www.canaldoprodutor.com.br/contribuicao-sindical/2a-via-contribuicao-sindical"><strong>AQUI, no Canal do Produtor</strong></a>.</p>
<p>Após essa data, os produtores rurais – pessoa jurídica, têm as seguintes alternativas:</p>
<p><strong>1) Procurar a Federação do seu Estado</strong></p>
<p>Converse a Federação do seu Estado para emitir uma nova guia de recolhimento, com nova data de vencimento e encargos.</p>
<p>Veja a lista das Federações e os dados para contato:</p>
<p><a href="http://www.canaldoprodutor.com.br/sobre-sistema-cna/federacoes">http://www.canaldoprodutor.com.br/sobre-sistema-cna/federacoes</a></p>
<p><strong>2) Entrar em contato com a CNA </strong></p>
<p>Envie um e-mail para <a href="mailto:cna@cna.org.br">cna@cna.org.br</a> com o assunto &#8220;Reemissão de Guias da CSR&#8221;, informando os dados: Nome do contribuinte,  CPF ou CNPJ e email.</p>
<p>É importante lembrar que a contribuição é um tributo obrigatório, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), regulamentada pelo Decreto nº 1.166/1971.</p>
<p><strong>SAIBA MAIS:</strong> <a href="http://www.canaldoprodutor.com.br/contribuicao-sindical/o-que-e">http://www.canaldoprodutor.com.br/contribuicao-sindical/o-que-e</a></p>
<p>Canal do Produtor</p></div>
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		<title>Arrozeiro briga por preço mínimo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[A garantia do preço mínimo do arroz de R$ 25,80 pelo governo federal é a principal demanda de lideranças gaúchas, hoje, em uma série de reuniões em Brasília. Ontem, em audiência, o governador Tarso Genro definiu que o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, reforça o grupo na tentativa da obtenção de um posicionamento imediato. &#8220;Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A garantia do preço mínimo do arroz de R$ 25,80 pelo governo federal é a principal demanda de lideranças gaúchas, hoje, em uma série de reuniões em Brasília.<span id="more-3514"></span> Ontem, em audiência, o governador Tarso Genro definiu que o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, reforça o grupo na tentativa da obtenção de um posicionamento imediato. &#8220;Não importa como isso será feito, mas é preciso dar essa certeza ao produtor&#8221;, disse Mainardi.</p>
<p style="text-align: justify;">
Para o presidente da Câmara Setorial do Arroz, Francisco Schardong, só com a interferência da presidente Dilma Rousseff haverá solução para o quadro, composto por estoque alto e safra cheia. No encontro, o presidente da Federraroz, Renato Rocha, pediu equalização do ICMS ao de São Paulo, o que significaria redução da alíquota de 12% para 7%. Outro pedido é a isenção da taxa CDO na exportação da produção do RS. Tarso disse que os pleitos são razoáveis e devem ser atendidos. Durante a tarde, audiência pública tratou da crise na Assembleia Legislativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Correio do Povo, RS</p>
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		<title>Safra abre oportunidades de negócios para a cadeia do plástico</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O bom desempenho da safra agrícola tem beneficiado outras áreas da economia. Um dos exemplos está no setor do plástico através do produto silobag, também conhecido como silo-bolsa. O tubo flexível de polietileno é uma alternativa aos sistemas tradicionais de ensilagem, armazenagem de grãos, fertilizantes e subprodutos da área agroindustrial. Uma vantagem para atender a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O bom desempenho da safra agrícola tem beneficiado outras áreas da economia. Um dos exemplos está no setor do plástico através do produto silobag, também conhecido como silo-bolsa.<span id="more-3510"></span><br />
O tubo flexível de polietileno é uma alternativa aos sistemas tradicionais de ensilagem, armazenagem de grãos, fertilizantes e subprodutos da área agroindustrial. Uma vantagem para atender a demandas de safras recordes é a instalação mais rápida em relação aos silos convencionais.</p>
<p style="text-align: justify;">
O Grupo Acinplas foi uma das companhias que percebeu as oportunidades nesse segmento. A empresa comercializava o produto no País através de importações e investiu cerca de R$ 10 milhões para fabricar no Estado o material. A operação, iniciada neste ano, está sendo realizada em Estância Velha, através da Pacifil, companhia que é vinculada à Acinplas. O polietileno usado na fabricação do silobag é adquirido da petroquímica Braskem.</p>
<p style="text-align: justify;">
Segundo o diretor comercial da Acinplas, Gustavo Bazzano, a empresa tem capacidade para produzir em torno de 60 mil unidades do produto ao ano e espera vender, em 2011, entre 30 mil a 40 mil unidades. A solução é adequada para armazenagem de grãos como soja, arroz, entre outros e custa cerca de R$ 1,5 mil. O mercado-alvo da Acinplas é o brasileiro, mas a companhia também realiza exportações para o Mercosul, Austrália e França.</p>
<p style="text-align: justify;">
Uma diferença do processo de armazenamento e ensilagem em silo-bolsa é a criação de uma atmosfera sem oxigênio para impedir o desenvolvimento de pragas e insetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornal do Comércio, RS</p>
<p><!-- /post --><!-- post --></p>
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		<title>Produtores gaúchos apóiam proposta de criação do Plano Safra estadual</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O decreto assinado na semana passada pelo governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, institui um comitê para elaborar o Plano Safra do Estado. A proposta compreende o financiamento e a comercialização de produtos agrícolas e pecuários. A medida é bem vista pelo setor produtivo gaúcho. Para o presidente da Associação dos Produtores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O decreto assinado na semana passada pelo governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, institui um comitê para elaborar o Plano Safra do Estado. A proposta compreende o financiamento e a comercialização de produtos agrícolas e pecuários.<span id="more-3508"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A medida é bem vista pelo setor produtivo gaúcho. Para o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja), os gaúchos têm uma condição dierenciada de produção em relação ao resto do país. Pedro Nardes acredita que o incremento financeiro pode alavancar a produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">– O Rio Grande do Sul tem uma realidade diferenciada do resto do país devido aos problemas climáticos que nós já enfrentamos. Com este Plano Safra, acredito que podemos regionalizar e melhorar a produção para que os produtores possam continuar produzindo e termos, no futuro, safras melhores do que esta – avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (Fecoagro) avalia que o entendimento da situação dos produtores pelo Estado vai auxiliar na formulação das demandas do setor. Rui Polidoro Pinto salienta que muitos produtos, como o arroz e o vinho, por exemplo, tem quase sua totalidade produzida no Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">– O Rio Grande do Sul é um exportador de trigo desde o tempo do império. Somos o grande produtor de arroz com cerca de 60% da produção nacional. Uva, nem se discute, somos os principais produtores – enfatiza.</p>
<p style="text-align: justify;">O Plano Safra Estadual foi aprovado por lei proposta pelo então deputado estadual Elvino Bohn Gass (hoje eleito deputado federal) no final do ano passado. O decreto instituído pelo governo gaúcho  determina que a elaboração do projeto seja precedido por debates com a participação ampla de todos os segmentos do setor, para a identificação de suas prioridades.</p>
<p>Canal Rural<!-- /post --><!-- post --></p>
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		<title>Produtores leite enfrentam dificuldades para se adequar à Normativa 51</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 20:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Produtores de leite do sul do país estão enfrentando dificuldades para se adequar a uma determinação do Ministério da Agricultura que busca melhorar as instalações e o modo de trabalho nas propriedades. A medida, chamada de Instrução Normativa 51, começa a valer no dia 1º de julho. A sala de ordenha na propriedade do produtor rural [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Produtores de leite do sul do país estão enfrentando dificuldades para se adequar a uma determinação do Ministério da Agricultura que busca melhorar as instalações e o modo de trabalho nas propriedades.<span id="more-3485"></span> A medida, chamada de Instrução Normativa 51, começa a valer no dia 1º de julho.</p>
<p style="text-align: justify;">A sala de ordenha na propriedade do produtor rural Edgar Giachini, de Viamão (RS), foi reformada e os equipamentos modernos facilitam o manejo dos animais. Ele só conseguiu fazer tudo isso com um financiamento de R$ 100 mil que deve começar a ser pago em janeiro do ano que vem.</p>
<p style="text-align: justify;">– O leite no mercado vem disparando de preço já faz uns quantos meses e para nós são cinco meses sem um centavo de aumento. E não há previsão de melhora. Se continuar do jeito que está, nós não vamos pagar o financiamento. Não temos como – lamenta ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vizinhos de Giachini enfrentam o mesmo problema. Todos vivem no interior de Viamão.</p>
<p style="text-align: justify;">– O preço do leite hoje não paga o custo. A gente está pagando para trabalhar. Se a gente não trabalha de 12 horas a 15 horas por dia hoje, até o rancho do fim do mês não sai mais – constata o produtor rural Erico Toniolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os produtores de Viamão estão recebendo entre R$ 0,54 e R$ 0,73 pelo litro do leite. É tão pouco, que José Carlos Gonçalves, também morador da região, desistiu de fazer as mudanças que havia previsto.</p>
<p style="text-align: justify;">– Eu fiz o projeto e aí vi que não tinha condições de pagar, em função do preço do leite. Se tiver que fazer as mudanças, devido às exigências, vou ter que parar a produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Em menos de três meses, o governo vai exigir que as instalações das ordenhas estejam todas adequadas às exigências do Ministério da Agricultura. As boas condições de higiene são para reduzir quase pela metade a quantidade de bactérias no leite.</p>
<p style="text-align: justify;">– Se o preço não der mais uma reagida, manter a qualidade do leite, que eles exigem, não será fácil – diz o produtor Marcelo Guimarães.</p>
<p style="text-align: justify;">Os produtores que não se enquadrarem nas regras correm o risco de ter o leite recusado pelos laticínios e cooperativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Canal Rural</p>
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		<title>Brasil perde dinheiro com exportação agrícola, aponta Ipea</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 20:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo divulgado nesta quarta, dia 13, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), indica que o Brasil tem perdido dinheiro ao exportar produtos agrícolas de baixo valor agregado. Ao avaliar a relação comercial do Brasil com a China, Índia e Rússia, o Ipea constatou que as vendas externas estão concentradas em commodities agrícolas. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo divulgado nesta quarta, dia 13, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), indica que o Brasil tem perdido dinheiro ao exportar produtos agrícolas de baixo valor agregado.<span id="more-3479"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao avaliar a relação comercial do Brasil com a China, Índia e Rússia, o Ipea constatou que as vendas externas estão concentradas em commodities agrícolas. O país é competitivo na produção agrícola, com saldo na balança comercial, mas esse tipo de comercialização tem o lado negativo.</p>
<p style="text-align: justify;">– O problema está no médio e longo prazo. Você estrutura essa primarização da pauta comum à necessidade de você ter uma estrutura diversificada. Não só da sua pauta exportadora, mas, principalmente, da sua estrutura interna produtiva – afirma André Calixtre, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro estudo do Ipea, ainda em fase de elaboração, vai apontar quanto o Brasil deixa de ganhar por exportar produtos agrícolas em detrimento dos industrializados. A viagem da presidente Dilma com empresários brasileiros à China tem esse objetivo: conseguir a abertura do mercado chinês para produtos brasileiros com maior valor agregado.</p>
<p style="text-align: justify;">A China é o principal destino das vendas externas brasileiras, representando 15% do total das exportações do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Canal Rural</p>
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		<title>Abimaq quer que governo revigore o Moderfrota</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 20:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os dias 2 e 6 de maio, a cidade de Ribeirão Preto, SP, recebe pela 18ª vez a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow). Tradicional vitrine dos setores de máquinas, equipamentos e insumos rurais, o evento chega a 2011 com uma área 15% superior à da edição anterior, 765 expositores e a previsão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entre os dias 2 e 6 de maio, a cidade de Ribeirão Preto, SP, recebe pela 18ª vez a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow).<span id="more-3476"></span> Tradicional vitrine dos setores de máquinas, equipamentos e insumos rurais, o evento chega a 2011 com uma área 15% superior à da edição anterior, 765 expositores e a previsão de receber mais de 145 mil visitantes. “Faz seis anos que não avançamos um metro na área plantada do Brasil e isso se deve ao crescente uso de máquinas eficientes, que elevam a produtividade e baixam os custos, e é essa tecnologia que queremos mostrar na Agrishow”, afirma Cesário Ramalho, presidente da feira, durante apresentação oficial do evento nesta quarta-feira (13/04), na capital paulista.<br />
De acordo com José Carlos Pedreira de Freitas, diretor adjunto de uma das câmaras setoriais da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o setor espera crescer 20% este ano no país, estimulado pela elevação dos preços das commodities agrícolas. Mas, para isso, ressalta que seria importante revigorar o Moderfrota, programa de modernização da frota de máquinas e equipamentos agrícolas. “O Finame PSI, hoje responsável pela maior oferta de crédito para aquisições no setor, mas vai apenas até dezembro. O Moderfrota reeditado é importante para o amanhã”, afirma.<br />
A sugestão da Abimaq é que, nessa reedição, os juros sejam de 3,5% ao ano para os pequenos produtores, 4,5% para os médios e 6% para os grandes. ”As máquinas agrícolas representam apenas 4% dos dispêndios do BNDES, por isso não é tão impossível de se fazer juros diferenciados”, completa Pedreira. Além de garantir taxas melhores aos produtores, a Abimaq também destaca a importância de vencer a grande oneração da cadeia produtiva. “Já chegamos a pagar pelo quilo do aço o mesmo preço que a China coloca aqui no país suas máquinas agrícolas. Vivemos uma séria ameaça por falta de isonomia”, diz o representante da Abimaq.</p>
<p style="text-align: justify;">Novidades e presenças de peso</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano, a Agrishow inova ao fazer a distribuição regionalizada de empresas ao longo da feira. Assim, as expositoras estarão agrupadas conforme os setores de atuação, divididos entre irrigação, armazenagem, pecuária, aeronaves, máquinas para construção, pneus, automobilísticas e ônibus, caminhões e transbordos. A expectativa é igualar ou até superar o desempenho dos negócios em 2010, que foi de R$ 1,15 bilhão.<br />
No período da feira, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, deve transferir seu gabinete para o evento, assim como o novo secretário de Agricultura de São Paulo, ainda não anunciado (o atual, João Sampaio, está deixando o cargo). O governador paulista, Geraldo Alckmin, e cerca de 10 deputados federais também são esperados. Além deles, seis ministros do Mercosul estão entre os convidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Globo Rural</p>
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		<title>Aprovada criação da Agência Reguladora Territorial Rural</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 14:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil poderá ter uma Agência Reguladora Territorial Rural – a ARTR, vinculada ao Ministério da Agricultura e Reforma Agrária, com o objetivo de fiscalizar, monitorar, controlar e autorizar transações comerciais de imóveis rurais em todo o território nacional. A autorização para que o Executivo crie o órgão foi aprovada nesta quinta-feira (7) pela Comissão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Brasil poderá ter uma Agência Reguladora Territorial Rural – a ARTR, vinculada ao Ministério da Agricultura e Reforma Agrária, com o objetivo de fiscalizar, monitorar, controlar e autorizar transações comerciais de imóveis rurais em todo o território nacional.<span id="more-3468"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A autorização para que o Executivo crie o órgão foi aprovada nesta quinta-feira (7) pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), terminativamenteÉ aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. .</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o autor do projeto de lei (PLS 401/08), senador Jayme Campos (DEM-MT), o setor imobiliário rural carece de regulação e controle permanente, &#8220;tendo em vista a crescente especulação mundial com relação a empreendimentos comerciais nesse segmento econômico brasileiro&#8221;, principalmente na região da Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao apresentar voto favorável ao projeto, o relator, senador Ivo Cassol (PP-RO), afirma que a Lei 5.709/71, que regula a aquisição de imóvel rural por estrangeiro residente no país ou pessoa jurídica estrangeira autorizada a funcionar no Brasil, bem como sua regulamentação, por meio do Decreto 74.965/74, &#8220;ensejam a criação de uma Agência Reguladora que atue na normatização complementar e na fiscalização da legislação vigente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Senado</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vendas no setor agropecuário crescem e RS volta a ser o quarto maior exportador</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/vendas-no-setor-agropecuario-crescem-e-rs-volta-a-ser-o-quarto-maior-exportador/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 14:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[As exportações do Rio Grande do Sul acumularam US$ 3,8 bilhões no primeiro trimestre de 2011, um crescimento de 39,4% em relação ao mesmo período de 2010. A expansão foi de 20% em volume e de 16,2% em preços. Com este desempenho, o Rio Grande do Sul voltou a ocupar o quarto lugar entre os maiores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As exportações do Rio Grande do Sul acumularam US$ 3,8 bilhões no primeiro trimestre de 2011, um crescimento de 39,4% em relação ao mesmo período de 2010.<span id="more-3463"></span> A expansão foi de 20% em volume e de 16,2% em preços. Com este desempenho, o Rio Grande do Sul voltou a ocupar o quarto lugar entre os maiores estados exportadores – abaixo de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro –, representando 7,42% das exportações nacionais. Os números foram divulgados nesta quinta-feira pela Fundação de Economia e Estatística do Estado (Fee).<br />
Apenas as exportações agropecuárias cresceram 374,9%. Entre os principais produtos exportados, o trigo foi o principal destaque. Em março, o valor exportado do produto (US$ 140,1 milhões) superou o valor exportado em todo ano de 2010 (US$ 113,0 milhões). O crescimento das exportações da agropecuária no primeiro trimestre foi reforçado, também, pelo início das exportações da safra da soja.<br />
No que se refere aos principais destinos das exportações gaúchas, cresceram as vendas para a Argentina (27,9%) e o Uruguai (108,4%). A Argélia (principal destino das exportações de trigo) e o Egito (exportações de óleo de soja e trigo) se firmaram como mercados novos para as vendas externas do Rio Grande do Sul, que também recuperou mercados tradicionais. É o caso da China (cujas exportações cresceram 51,4%), devido ao início das vendas da safra de soja, e da Bélgica (250,1% de expansão), devido à recuperação das exportações de fumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Governo do Estado do RS</p>
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		<title>Dívida do governo com seguro rural já alcança R$ 162 milhões</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 18:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo deixou de pagar os subsídios ao seguro rural desde setembro de 2010. De lá para cá, acumulou uma dívida de R$ 162,7 milhões com seguradoras e resseguradoras nacionais e internacionais. As empresas cobrem os riscos do produtor, mas precisam receber do governo a subvenção de metade dos prêmios de cada apólice. O Ministério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo deixou de pagar os subsídios ao seguro rural desde setembro de 2010. De lá para cá, acumulou uma dívida de R$ 162,7 milhões com seguradoras e resseguradoras nacionais e internacionais. As empresas cobrem os riscos do produtor, mas precisam receber do governo a subvenção de metade dos prêmios de cada apólice.<span id="more-3452"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Agricultura informa ter pago apenas R$ 35 milhões dos R$ 198 milhões contratados no ano passado. Os recursos foram cortados do orçamento do ministério porque essa rubrica não tem &#8220;blindagem&#8221; contra eventuais contingenciamentos, como ocorre com os recursos da Embrapa e da defesa agropecuária.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://static.valoronline.com.br/sites/default/files/imagecache/media_library_bigimage//gn/11/04/arte06agr-101-seguro-b14.jpg" rel="lightbox[3452]"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.valoronline.com.br/sites/default/files/crop/imagecache/media_library_default/0/13/270/338/sites/default/files/gn/11/04/arte06agr-101-seguro-b14.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Para piorar o cenário, o orçamento de 2011, estimado em R$ 406 milhões, também foi duramente bloqueado por determinação da presidente Dilma Rousseff. Desse valor, &#8220;sobraram&#8221; apenas R$ 132 milhões. E esses recursos foram liberados apenas no fim de março, bem depois do auge da demanda por seguro rural. Isso significa um risco para as lavouras de milho safrinha e trigo, sobretudo em Goiás e Mato Grosso do Sul. Se houver um &#8220;veranico&#8221; anormal neste inverno, os produtores correm &#8220;sérios riscos&#8221; de ter prejuízos. E, junto com eles, bancos, fornecedores e o próprio governo. No Sul do país, o seguro oficial (Proagro) tem uma cobertura mais ampla, o que diminui um eventual impacto meteorológico.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Fazenda informa que a questão está sob análise do Tesouro Nacional. O Ministério da Agricultura pressiona o Ministério do Planejamento a &#8220;desbloquear&#8221; parte do orçamento. Maior operadora do setor, a Aliança do Brasil, subsidiária do Banco do Brasil, tem buscado auxílio direto no governo para receber sua parte. As resseguradoras são as mais afetadas, já que assumem 90% dos riscos das operações. E também são credoras desses 90%.</p>
<p style="text-align: justify;">Para 2011, a demanda das empresas ao Ministério da Agricultura era de R$ 528 milhões. Mas o corte de metade do orçamento aprovado para este ano deve reduzir o total disponível para menos de R$ 40 milhões, estimam especialistas na área. &#8220;Estamos tentando resolver. O governo pode ‘blindar’ esses recursos&#8221;, disse uma fonte graduada do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">O &#8220;calote&#8221; oficial em um programa considerado fundamental pelo setor também prejudica a imagem do país como destino de investimentos de gigantes do setor segurador. Foram anos de vaivéns até o desenho do atual programa, criado em 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">As seguradoras consideram um &#8220;sinal trocado&#8221; o descaso do governo com o programa de subsídios ao seguro rural. Isso porque o governo aprovou no Congresso um &#8220;fundo de catástrofes&#8221; para socorrer o setor em ocasiões de sinistros generalizados. Prometeu capitalizar o fundo em R$ 3 bilhões nos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Isso nos preocupa muito porque pode assustar os projetos dos resseguradores no Brasil e os aportes de nova tecnologia&#8221;, diz o consultor da francesa Scor Brazil, Frederico Domingues. O seguro precisa de &#8220;estabilidade legal e financeira&#8221; para garantir segurança aos investimentos. Nos bastidores, fontes das empresas seguradoras informam que &#8220;alguns novos projetos&#8221; de grandes companhias estavam prontos para aportar no Brasil. Mas algumas delas desistiram dos investimentos por falta de estabilidade no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Estão habilitadas a operar no programa as seguradoras Aliança do Brasil, Allianz, Mapfre, Nobre, Porto Seguro e UBF. As resseguradoras autorizadas são Catlin, Everest, Hannover, IRB Brasil, Lloyd’s, Münchener, Partner, Scor Brazil, Swiss Re e XL Re.</p>
<p>Valor Economico<!-- /post --></p>
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		<title>Limite maior a agroindústrias</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O CMN aprovou a ampliação de R$ 20 mil para R$ 50 mil do limite de crédito dos agricultores familiares nas operações de Investimento do Pronaf Agroindústria. Com juros de 2% ao ano, prazo de oito anos para pagamento e de três a cinco anos de carência, a linha deve financiar o desenvolvimento do segmento lácteo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O CMN aprovou a ampliação de R$ 20 mil para R$ 50 mil do limite de crédito dos agricultores familiares nas operações de Investimento do Pronaf Agroindústria.<span id="more-3437"></span> Com juros de 2% ao ano, prazo de oito anos para pagamento e de três a cinco anos de carência, a linha deve financiar o desenvolvimento do segmento lácteo. Outra vantagem será a concessão de descontos nos equipamentos similares aos do Mais Alimentos. Parceria do MDA com as indústrias permitirá abatimento de até 15%.</p>
<p style="text-align: justify;"> Correio do Povo, RS</p>
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		<title>Mercado do arroz preocupa produtores por conta dos baixos preços</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 18:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Os arrozeiros gaúchos colhem as lavouras com a expectativa de se ter a melhor produtividade dos últimos anos. Porém, o valor pago pela saca do produto ainda preocupa no campo. A média do saco de 50 quilos no Rio Grande do Sul é de R$ 21,00, com uma tendência de queda. Conforme o presidente do Instituto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Os arrozeiros gaúchos colhem as lavouras com a expectativa de se ter a melhor produtividade dos últimos anos. Porém, o valor pago pela saca do produto ainda preocupa no campo.<span id="more-3434"></span> A média do saco de 50 quilos no Rio Grande do Sul é de R$ 21,00, com uma tendência de queda. Conforme o presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Cláudio Brayer Pereira, o preço mínimo para o agricultor ter rentabilidade é R$ 25,80. “Entendemos que esse valor seria razoável porque pagaria todos os custos variáveis da lavoura com segurança”, explica. Reforça que a entidade busca que o governo federal intervenha o máximo possível na safra. “Queremos garantir renda e, ao mesmo tempo, pensar políticas que permitam que não tenhamos os mesmos problemas no próximo ano.”</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
Conforme o representante do Irga, os governos estadual e federal buscam adotar medidas que melhorem o preço do arroz. “Em época de safra, é normal ocorrer a queda no preço, mas isso aconteceu bastante antes e preocupa”, pondera. No entanto, informa que a União já adotou medidas, tais como a prorrogação de Empréstimos do Governo Federal (EGF), a realização de leilões de Prêmio de Escoamento de Produção (PEP) e as chamdas AGFs (Aquisição do Governo Federal), que vão começar nos próximos dias. Outras alternativas em favor do mercado devem ser anunciadas em breve.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> “Esperamos que ao longo do ano o preço se recupere.”</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
Uma das maiores preocupações do setor é com os mercados nacional e internacional de arroz, que estão abastecidos e pressionam os preços para baixo. O arroz do Mercosul, especialmente, é uma preocupação, tendo em vista os custos dos insumos importados. “Não temos como pensar no preço interno sem pensar no que acontece lá fora. Atualmente, muitos países têm custos de produção mais baixos dos que os nossos e isso causa a oferta de produtos mais baratos do que os brasileiros”, explica.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
<strong>Mercosul</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
A partir da reativação da Câmara Setorial do Arroz, realizada no mês passado, foram formados grupos de trabalho. Um deles estuda as questões tributárias e também referentes ao Mercosul. “Queremos também propor ações mais fortes nas questões de alternativas para uso do arroz e alternativas de ocupação das várzeas. Com isso, propomos mudanças significativas em toda a cadeia produtiva para uma melhor distribuição de renda”, salienta Pereira. Segundo o presidente do Irga, é injusto que o arrozeiro tenha problema de comercialização quando há alta produtividade. “O governo precisa ter mecanismos que garantam a renda do produtor com o aumento da produção.”</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
O Irga vem provendo o governo do Estado com todas as informações referentes à atual situação do setor no que diz respeito aos problemas de preço. A ideia é fornecer subsídios para a tomada de decisões. “Temos o poder constitucional de elaborar essas políticas”, justifica Pereira. No entanto, atualmente a entidade não pode mais comprar e armazenar o produto, como fazia no passado. A área do cereal aumentou, nos últimos 40 anos de 300 mil, para mais de 1 milhão de hectares. Esse crescimento levou a entidade a buscar convênio com a Cesa para ajudar a instituição a se reerguer e, com isso, armazenar o arroz do Rio Grande do Sul.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
<strong>Colheita avança</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">No Estado do Rio Grande do Sul, a colheita de arroz já atinge quase 60% da área semeada. Até o final da última semana, os produtores colheram cerca de 700 mil hectares dos 1.170.498 cultivados nas seis regiões do Estado. Os dados são fornecidos pela equipe de Política Setorial do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O trabalho avançou consideravelmente, já que há dez dias a área colhida chegava a 36%. A região da Fronteira Oeste é a que mais contribui para esse salto nos números, tendo colhido mais de 200 mil hectares, o que representa mais de 50% de sua área cultivada.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Na região do 5º Nate de Rio Pardo, que abrange Rio Pardo, Pantano Grande e Passo do Sobrado, do total de 19 mil hectares cultivados, 14 mil já foram colhidos, o que representa 74%. É o segundo município com a colheita mais adiantada do Estado, atrás apenas de São Borja, na Fronteira Oeste, que já colheu 84% da área semeada. Após os dias contantes de chuva, os produtores retomaram a colheita em ritmo normal. Segundo o engenheiro agrônomo José Fernando de Andrade, a expectativa é de que no máximo em 30 dias todas as lavouras da área de abrangência sejam colhidas.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
No 27º Nate do Irga, que abrange sete municípios do Vale do Rio Pardo, até ontem já haviam sido colhidos 52% de um total de 15.480 hectares de arroz cultivados. Somente em Candelária, que é um dos maiores municípios produtores da região, 53% das lavouras foram colhidas. O município cultivou na atual safra 8,5 mil hectares do cereal. A média de produtividade está em 8,1 mil quilos por hectare. “É muito acima do que a gente vinha colhendo até o ano passado”, comemora o engenheiro agrônomo Paulo Luciano Siqueira.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Gazeta do Sul</p>
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		<title>IBGE lança o Índice de Preços ao Produtor</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 18:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar na semana que vem o índice que tomou de seu coordenador-técnico para indústria, Alexandre Brandão, dez anos de trabalho: o Índice de Preços ao Produtor (IPP). Desde 2001 coordenando os estudos para formação de um índice público para preços no atacado, Brandão estará, na terça-feira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar na semana que vem o índice que tomou de seu coordenador-técnico para indústria, Alexandre Brandão, dez anos de trabalho: o Índice de Preços ao Produtor (IPP). Desde 2001 coordenando os estudos para formação de um índice público para preços no atacado, Brandão estará, na terça-feira, à frente da divulgação da variação mensal do IPP de janeiro de 2010 a fevereiro de 2011.<span id="more-3426"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda restrito à indústria e sem contar com dessazonalização, o IPP será o indicador antecedente do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador de inflação do Brasil, e também calculado pelo IBGE. A ideia, explica Brandão, é ter no IPP o preço do item industrial na &#8220;porta de fábrica&#8221;, isto é, livre dos impostos e também refletindo eventuais descontos concedidos pela indústria, já que o preço não é o da tabela, mas o efetivamente praticado. &#8220;Trata-se de uma informação fundamental à política econômica brasileira, que passará a dispor, tal qual o governo americano, de um índice do varejo, o IPCA, e um do produtor, o IPP&#8221;, disse Brandão, em coletiva ontem em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">O IPP coleta preços em 1,4 mil empresas, que representam 70% do faturamento da indústria brasileira. Ao todo, cerca de 5 mil cotações são levadas em conta, em 23 setores da indústria – mesma base utilizada em pesquisas de produção industrial feitas pelo IBGE. A partir de 2012, os técnicos do IBGE passarão a incorporar informações da indústria extrativa e dos setores de serviços e agricultura.</p>
<p>Valor Economico<!-- /post --><!-- post --></p>
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		<title>Mobilização de produtores rurais em Brasília pede votação do novo Código Florestal</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/mobilizacao-de-produtores-rurais-em-brasilia-pede-votacao-do-novo-codigo-florestal/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 18:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 15 mil produtores rurais e representantes de diversos segmentos da sociedade civil de todos os Estados brasileiros estarão em Brasília, no próximo dia 5 de abril, na Esplanada dos Ministérios, para participar de uma mobilização que tem o objetivo de demonstrar ao Congresso Nacional a necessidade de atualizar o Código Florestal. “Os produtores rurais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="post-656">
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Mais de 15 mil produtores rurais e representantes de diversos segmentos da sociedade civil de todos os Estados brasileiros estarão em Brasília, no próximo dia 5 de abril, na Esplanada dos Ministérios, para participar de uma mobilização que tem o objetivo de demonstrar ao Congresso Nacional a necessidade de atualizar o Código Florestal.<span id="more-3419"></span> “Os produtores rurais virão para Brasília para mostrar de forma pacífica, cívica, ao Congresso Nacional que o quadro de insegurança jurídica prejudica as atividades no campo e que por isso é preciso modernizar a legislação ambiental”, afirmou a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu. Ela lembra que a agropecuária é um “patrimônio brasileiro que não pode ser criminalizado”.</p>
<div style="TEXT-ALIGN: justify">
<p>A maioria dos participantes chega na terça-feira, bem cedo, pela manhã, em 400 ônibus, com o objetivo de apoiar a modernização do Código Florestal. Ficarão concentrados na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional. “Esses produtores rurais mostrarão aos parlamentares suas angústias. Vão pedir aos deputados o voto para a atualização do Código Florestal, para regularizar as áreas de plantio”, disse a senadora Kátia Abreu. “Sem essas áreas, o preço dos alimentos vai aumentar, o que é ruim para a sociedade como um todo”, explicou a presidente da CNA.</p>
<p>Ao defender a aprovação da proposta de atualização do Código Florestal do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), em tramitação na Câmara, a presidente da CNA disse que os produtores podem produzir mais alimentos sem que seja preciso ocupar novas áreas, desde que a legislação ambiental seja modernizada. “As áreas que nós temos hoje são suficientes para aumentar a produção sem derrubar nenhuma árvore, mas nós precisamos de tranqüilidade, de regras claras e não de decretos, que ficam mudando todos os dias, fazendo com que os produtores se transformem em criminosos”, afirmou.</p>
<p><strong>Programação </strong>– Os produtores rurais e representantes de associações e entidades civis chegarão a Brasília na terça-feira, dia 5/3, entre 8h e 9h, para participar de uma mobilização que durará o dia inteiro. Segundo o vice-presidente da CNA, deputado Homero Pereira, “o grupo não será formado apenas por produtores rurais, porque a sociedade como um todo já percebeu que outros setores também serão prejudicados pela paralisação das atividades agrícolas em função da manutenção da atual legislação ambiental”.</p>
<p>Às 9h, inicia a programação na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional, com a execução do Hino Nacional e um toque de berrantes. Logo após, às 9h30min, será realizada uma missa campal. Às 10h30min, começam os pronunciamentos dos parlamentares em tenda armada no canteiro da Esplanada. Na hora do almoço, será servido um arroz de carreteiro preparado em grandes panelas instaladas no local da concentração. Logo após, às 14h, os produtores e demais participantes darão um grande abraço simbólico ao Congresso. Em seguida, iniciam as visitas aos deputados, na Câmara dos Deputados. O retorno das caravanas aos seus Estados está previsto para as 17 horas. </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">CNA</p>
</div>
</div>
<p><!-- /post --><!-- post --></p>
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		<title>Arrozeiros criticam apoio do governo</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 18:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo anunciou, na tarde de ontem, medidas de apoio aos produtores de arroz. Por meio de leilões públicos e privados, o Ministério da Agricultura espera ajudar no escoamento da produção e melhorar o preço pago ao produtor. A medida, no entanto, não repercutiu bem entre os produtores. Hoje, o arroz é vendido a R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O governo anunciou, na tarde de ontem, medidas de apoio aos produtores de arroz. Por meio de leilões públicos e privados, o Ministério da Agricultura espera ajudar no escoamento da produção e melhorar o preço pago ao produtor. A medida, no entanto, não repercutiu bem entre os produtores.<span id="more-3411"></span><br />
Hoje, o arroz é vendido a R$ 20 por saca de 50 quilos. Com valor mínimo fixado pelo governo em R$ 25,80 e leilões que devem vender o grão a R$ 29 por saca, o preço deve subir. O problema, apontado pelo presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Estado, Renato Rocha, é que a medida não soluciona problemas emergenciais dos produtores:</p>
<p align="justify">– Não foi abordada a questão da armazenagem do arroz vendido em leilão público. O governo precisa credenciar armazéns para o produto que for leiloado.</p>
<p align="justify">Os produtores reforçam, a partir de hoje, a ação para tentar garantir o credenciamento de armazéns.</p>
<p align="justify">Zero Hora</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Produtor pede mudanças no Código Florestal</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/produtor-pede-mudancas-no-codigo-florestal/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 18:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Tratamento diferenciado quanto às exigências de documentação e licenciamentos para as pequenas e médias propriedades, redução em 50% nos parâmetros estabelecidos para estudos técnicos, reconhecimento de estudos ambientais feitos pelos municípios e ressarcimento de gastos com serviços ambientais. Estas são algumas mudanças reivindicadas por entidades representativas do agronegócio e dos municípios quanto ao Código Florestal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tratamento diferenciado quanto às exigências de documentação e licenciamentos para as pequenas e médias propriedades, redução em 50% nos parâmetros estabelecidos para estudos técnicos, reconhecimento de estudos ambientais feitos pelos municípios e ressarcimento de gastos com serviços ambientais. Estas são algumas mudanças reivindicadas por entidades representativas do agronegócio e dos municípios quanto ao Código Florestal.<span id="more-3398"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A pauta foi debatida ontem, quando a Comissão Estadual de Meio Ambiente da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS) iniciou o Seminário Estadual de Meio Ambiente, em Porto Alegre, para debater o Novo Código Florestal sob perspectivas de avanço da nova legislação para a agricultura familiar. Os debates continuam hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">O Novo Código Florestal, proposto pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), deverá entrar na pauta do Congresso dentro de um mês, e as entidades organizam suas reivindicações para adicionar ou alterar no substitutivo. Os agricultores já começam a se queixar de resistência por parte dos bancos em liberar crédito para a produção, uma vez que a grande maioria não está enquadrada na atual legislação ambiental, considerada inadequada pelo setor, e não estaria apta à próxima, conforme o enquadramento que dá aos crimes ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, por exemplo, estima-se que haja 400 mil pequenos açudes irregulares em pequenas e médias propriedades gaúchas. As técnicas de criação e abate de suínos e bovinos também corre às margens da legislação atual. A Emater-RS está em contato com prefeituras e a Assembleia Legislativa para elaborar um projeto de regularização desta produção sem custos ao agricultor, mas ainda não há definições práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Queremos um código que possa ser efetivamente cumprido&#8221;, diz o presidente da Fetag-RS, Elton Weber. As reclamações recaem sobre a grande burocracia exigida para conceder licenciamento ambiental às propriedades agrícolas e à falta de clareza quando às normas. A metragem de áreas de preservação também precisaria ser revisada, levando em conta as peculiaridades das propriedades e sua produção. Por fim, Weber reclama que a sociedade também contribua com os custos para adequar o agronegócio às normas ambientais, com o pagamento de ressarcimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O consultor da Área de Meio Ambiente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Valtemir Goldmeier, aponta a necessidade de dar autonomia aos municípios para definir suas legislações ambientais, assim como efetuar os processos de licenciamento. Esta é uma medida proposta para dinamizar os estudos, perante a incapacidade do Estado de assumir a totalidade de avaliações necessárias, e eliminar a obrigatoriedade de os agricultores levantarem a documentação na Capital.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Com estas alterações, a proposta de dedicar 20% de Reserva Legal, prevista no novo código, pode ser viável&#8221;, diz Goldmeier, lembrando que a legislação também inclui áreas frutíferas na delimitação. O consultor também destaca a necessidade de separar as Áreas de Preservação Permanentes (APPs) entre silvicultura e outros tipos de plantações antes de definir as limitações de cada uma.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornal do Comércio, RS</p>
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		<title>Valor do endividamento mato-grossense atualizado deve ser divulgado na próxima quarta-feira</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 18:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima quarta-feira, dia 30, a Casa Civil e representantes das associações de produtores apresentarão à equipe técnica do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) os números do endividamento rural, atualmente devido pelos produtores mato-grossense. A cifra que está sendo atualizada, segundo o deputado estadual Neri Geller, remonta débitos oriundos desde 2004. O objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na próxima quarta-feira, dia 30, a Casa Civil e representantes das associações de produtores apresentarão à equipe técnica do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) os números do endividamento rural, atualmente devido pelos produtores mato-grossense.<span id="more-3392"></span> A cifra que está sendo atualizada, segundo o deputado estadual Neri Geller, remonta débitos oriundos desde 2004. O objetivo é que por meios dos dados haja um escalonamento do saldo devedor que permita revitalizar a atividade no Estado, que é o segundo maior produtor de grãos do Brasil na safra 10/11.<br />
Nesta semana, o secretário-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, se reuniu com o deputado e líderes do segmento para tratar do assunto. Na ocasião, os representantes do setor agrícola ressaltaram o risco do agronegócio mato-grossense se tornar um monopólio nas mãos de empresas multinacionais. “O governo do Estado tem trabalhado para solucionar o endividamento agrícola dos produtores”, frisou Éder.<br />
Geller lembrou que o endividamento teve início com as fortes chuvas de 2004. “No ano seguinte, quando se esperava uma recuperação, houve o surgimento das pragas, da ferrugem asiática e da mosca-branca. Já em 2006, os preços despencaram por causa da variação cambial, e desde então os produtores estão endividados e descapitalizados”.</p>
<p>Diário de Cuiabá<!-- /post --><!-- post --></p>
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		<title>Rentabilidade recorde na colheita de grãos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 16:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[É tempo de colheita de grãos no &#8220;Brasil profundo&#8221;, e o movimento nas estradas que levam às fazendas começa antes do alvorecer. Nos campos de Minas Gerais, Goiás e Bahia, produtores e agrônomos monitoram as lavouras e grandes máquinas vão e voltam capturando a matéria-prima que sustentará famílias e cidades nos próximos meses. O comércio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É tempo de colheita de grãos no &#8220;Brasil profundo&#8221;, e o movimento nas estradas que levam às fazendas começa antes do alvorecer. Nos campos de Minas Gerais, Goiás e Bahia, produtores e agrônomos monitoram as lavouras e grandes máquinas vão e voltam capturando a matéria-prima que sustentará famílias e cidades nos próximos meses. O comércio se anima.<span id="more-3381"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos problemas pontuais de sempre, as comunidades sabem que esta é uma safra lucrativa, e a expectativa é crescente. Com bons volumes e preços elevados, nas áreas de produção mais desenvolvidas as margens proporcionadas por soja e milho serão recordes. Em algumas, é difícil conter a euforia. Quem enfrentou problemas, lamenta o que deixará de ganhar. Poucos perderão dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A convite da Agroconsult, que há oito anos organiza a expedição &#8220;Rally da Safra&#8221;, o Valor Economico visitou 51 lavouras de soja (41) e milho (dez) de 15 localidades mineiras (quatro), goianas (cinco) e baianas (seis) entre 14 e 19 de março. Nesse roteiro, um dos dez do rally – que começou em janeiro -, a reportagem participou de trabalhos de campo e conversou com agricultores, confirmando o cenário extremamente positivo desenhado há meses por órgãos oficiais e especialistas, apesar de algumas adversidades climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo André Debastiani, analista da Agroconsult e coordenador do Rally da Safra, o horizonte para as margens está até mais favorável ao milho em todos os principais Estados produtores do país. No Paraná, por exemplo, a rentabilidade média das lavouras de alta tecnologia deverá superar R$ 2 mil por hectare neste ciclo (2010/11), sendo que no anterior ficou abaixo de R$ 800. Em Minas, superará R$ 2,3 mil, enquanto em 2009/10 também foi inferior a R$ 800. As contas são preliminares, fechadas a partir de apurações realizadas até o início de março.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da soja, a Agroconsult estima a margem média sobre o desembolso em mais de R$ 1,3 mil por hectare no Paraná, quase o dobro do apurado na temporada anterior. Em Mato Grosso, onde a safra foi &#8220;abençoada&#8221;, conforme Debastiani, as contas passam de R$ 448 para R$ 849 por hectare. &#8220;É um cenário que tende a motivar a ampliação de investimentos em 2011/12&#8243;, disse ele em encontro com produtores em Unaí, em Minas, na quarta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa região específica, porém, problemas climáticos derivados do fenômeno La Niña limitarão os ganhos. É o que conta o agrônomo Leonardo Mundim, gerente da Fazenda Capão Grande, situada em Cristalina, Goiás. Ali, onde Mundim, de 35 anos, estabeleceu-se há 11 anos, um veranico entre janeiro e fevereiro e as chuvas diárias que não dão trégua desde antes do Carnaval reduziram a produtividade e provocaram alguma decepção, ainda que o lucro esteja garantido.</p>
<p style="text-align: justify;">Pertencente ao grupo Fazenda Figueiredo, a Capão Grande cultivou 1,2 mil hectares de soja e 800 de milho nesta safra. Na soja, perderá 4 sacas por hectare, em boa medida em razão da elevada umidade trazida pelas chuvas recentes. Na semana passada os grãos de soja eram colhidos com até 23% de umidade, que na entrega aos clientes seria descontada do peso. Para não ter desconto, o percentual teria de ser de 13%.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, os produtores da região acreditam que, na soja, o lucro vai girar em torno de R$ 800 por hectare. André Debastiani diz que os estragos causados pelas chuvas são mais agudos no sudoeste de Goiás, no Triângulo Mineiro e em Mato Grosso do Sul; mas destaca pelo lado positivo, além de Mato Grosso, a excepcional produtividade das lavouras de soja no Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as estatísticas mais recentes da Conab, a produção brasileira de soja alcançará o recorde de 70,3 milhões de toneladas em 2010/11, 2,3% a mais que em 2009/10. A Agroncosult ainda trabalha com 72 milhões de toneladas, mas reforça que o número está sujeito a alterações. Já a colheita da safra de verão de milho é projetada pela Conab em 33,1 milhões de toneladas, 3% menor que a do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">No trecho percorrido pelo Valor Economico, o panorama climático foi melhorando conforme a expedição se aproximava do oeste da Bahia, onde as chuvas, fortes, têm sido diárias, mas ainda não preocupam no caso dos grãos. As colheitas de soja e milho ainda estão no início. Para o algodão, cultura mais forte – e lucrativa – da região, esses trabalhos só vão começar a ganhar força em mais ou menos 60 dias. Mas já se sabe, de acordo com relato do produtor Clovis Ceolin, de São Desidério, que as lavouras de algodão plantadas mais cedo foram afetadas e perderão produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os custos do algodão são bem maiores que os de soja e milho, mas com os bons preços atuais a margem sobre o desembolso dos produtores mais eficientes vai ultrapassar a marca de R$ 3 mil por hectare, segundo estimativas de agrônomos que conhecem bem a área. Ainda que o algodão venha &#8220;roubando&#8221; espaço das demais lavouras no Cerrado do oeste baiano, as rotações de culturas realizadas pelos agricultores safra após safra terminam por beneficiar as alternativas, justamente pelo elevado nível de adubação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Luís Eduardo Magalhães, na vizinha Barreiras e em São Desidério, principais polos da região, a reportagem encontrou os primeiros grupos estrangeiros (como o americano Brazil Iowa Farms, por exemplo) de todo o percurso, ainda que a tendência tenha perdido força diante das discussões, em Brasília, sobre limites a compras de terras por estrangeiros no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Também na área foram avistadas as primeiras colheitadeiras zero quilômetro da expedição, indicativo de que pelo menos uma boa parte do lucro obtido na safra passada e dos ganhos esperados na atual temporada estão de fato sendo aplicados em tecnologias para melhorar o rendimento das plantações, e não apenas em bens pessoais, como destacava André Debastiani, da Agroconsult.</p>
<p style="text-align: justify;">E as perspectivas para essa região com jeitão de Mato Grosso melhoraram um pouco mais a partir do anúncio, na semana passada, de que o grupo chinês Chong Qing Grain vai começar a colocar em prática um projeto de R$ 4 bilhões no setor de agronegócios. Como informou ontem o Valor E., os planos chineses envolvem a construção de um complexo para o processamento de soja em Barreiras – o terceiro da região -, além de uma fábrica de fertilizantes e um sistema de armazenagem. O algodão não perderá seu reinado, mas a soja poderá ganhar força.</p>
<p>Valor E.<!-- /post --></p>
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		<title>Uma bancada ruralista mais polêmica</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 18:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova bancada ruralista, composta por 217 deputados e senadores, escolheu uma ampla variedade de bandeiras polêmicos para empunhar até o fim dos atuais mandatos, em 2015. O relançamento da Frente Parlamentar da Agropecuária, comemorado ontem em almoço por 200 comensais, deixou claro que os parlamentares se sentem fortalecidos pela expressiva votação obtida por membros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A nova bancada ruralista, composta por 217 deputados e senadores, escolheu uma ampla variedade de bandeiras polêmicos para empunhar até o fim dos atuais mandatos, em 2015.<span id="more-3370"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O relançamento da Frente Parlamentar da Agropecuária, comemorado ontem em almoço por 200 comensais, deixou claro que os parlamentares se sentem fortalecidos pela expressiva votação obtida por membros do &#8220;núcleo duro&#8221; e pelo reforço de nomes ainda mais ligados ao lobby do campo. &#8220;Temos força e objetivos&#8221;, resume o presidente da frente, deputado Moreira Mendes (PPS-RO).</p>
<p style="text-align: justify;">As propostas da renovada bancada ruralista incluem temas antigos e incômodos. E esbarram em outras bancadas influentes, como a sindical e a ambientalista. &#8220;Nosso programa é a síntese da nossa realidade. É o que aflige o produtor. Temos que encarar de frente&#8221;, diz Mendes. &#8220;O Brasil precisa enfrentar essas discussões. Não vamos resolver tudo, ainda falta coisa. Mas é um começo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois da reforma do Código Florestal, ainda em polêmica discussão no Congresso, a bancada se prepara para combater o que considera &#8220;farra&#8221; de criação de unidades de conservação e áreas indígenas. &#8220;Não sou nenhum radical, mas precisa ter critério. É grave. Um antropólogo vai lá e resolve que determinado lugar tinha índio, mesmo transposto, e precisa demarcar&#8221;, critica Mendes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, a Fundação Nacional do Índico (Funai) &#8220;não quer saber&#8221; se tem produção ou famílias na região. &#8220;Um simples ato do presidente da Funai, apoiado pelo ministro da Justiça, cria uma reserva e ponto. Isso virou regra para unidades de conservação e terras quilombolas. Generalizou, virou festa&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra enorme polêmica está concentrada na revisão da legislação trabalhista. &#8220;Não podemos conviver com uma lei trabalhista de 1945. Quantos itens cada empregador tem que cumprir?&#8221;, questiona Mendes. Os ruralistas se queixam da extensa lista de exigências feitas pelo Ministério do Trabalho nas fiscalizações de campo. &#8220;Hoje, um trabalhador não pode nem comer um prato de comida na sombra de uma mangueira que configura trabalho escravo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um tema antigo que deve ser objeto de amplo debate da bancada em outras comissões da Câmara e do Senado é a revisão dos índices de produtividade usados pelo governo para fins de reforma agrária. Hoje, basta uma portaria interministerial da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário para modificar os parâmetros. O tema está atualmente em debate.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ruralistas rejeitam qualquer alteração nas regras, mas os movimentos sociais buscam atualizar os índices para abrir novas áreas à reforma agrária. &#8220;Isso tem que ser debatido por várias mãos. Não pode ser feita por um ministro ou outro nem de forma ideológica. O Congresso precisa debater&#8221;, reivindica o líder ruralista. A bancada também quer garantir que desapropriações de terras sejam feitas apenas se houver recursos garantido no Orçamento da União.</p>
<p style="text-align: justify;">Temas complexos, como a liberação de organismos geneticamente modificados &#8220;terminator&#8221; (com genes estéreis, que não se reproduzem), estão na lista para a nova legislatura, além da facilitação do registro de agrotóxicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Valor Economico</p>
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		<title>Rio Grande do Sul pode perder nesta safra 729 mil toneladas de grãos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 18:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O RS deve colher cerca de 24,315 milhões de toneladas de grãos e segundo a Associação Brasileira de Pós-Colheita, Abrapós, arrisca perder cerca de 729,48 mil toneladas de tudo o que for armazenado dentro de silos e/ou armazéns, o que corresponde a 3% do total colhido. Se pegarmos a cotação de soja do dia 9 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O RS deve colher cerca de 24,315 milhões de toneladas de grãos e segundo a Associação Brasileira de Pós-Colheita, Abrapós, arrisca perder cerca de 729,48 mil toneladas de tudo o que for armazenado dentro de silos e/ou armazéns, o que corresponde a 3% do total colhido.<span id="more-3364"></span> Se pegarmos a cotação de soja do dia 9 de março cujo valor é de R$ 52,9 e multiplicarmos por esta perda, teremos, um prejuízo de R$ 37,130 milhões de Reais, que deixaram de ser faturados pelos produtores ou processadores de soja.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos produtores gaúchos e cooperativas, como a Cotripal, a empresa Albarusca e a Estância Guatambu, já encontraram uma solução muito eficiente e segura. Trata-se do Cycloar, um sistema de exaustão, criado no Brasil (Curitiba) e que vem revolucionando a armazenagem brasileira. A ação do Cycloar é proporcionar a eliminação destas ocorrências, de forma natural e sem custos, e preservar a colheita armazenada com melhor qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os produtores além de obterem melhor qualidade dos grãos armazenados, reduzem os custos de armazenamento, obtendo lucros extras, como economia de energia elétrica (até 50%), uniformidade de umidade na massa e eliminação de odores, fatores que antes não eram  dimensionados. “A maioria dos produtores não percebem que estão deixando de aumentar seus ganhos porque continuam aceitando a quebra técnica. Além dos problemas citados, os grãos vão perder também qualidade e peso o que no final, pode aumentar ainda mais o prejuízo daquela safra” ressalta Werner Ulhmann, criador do Cycloar.<br />
Uma das cooperativas que buscou no Cycloar a solução para suas perdas foi a Cotripal, de Panambi. Segundo o Diretor de Compras da Cooperativa, Auri Wahlbrink, a decisão de adquirir o Cycloar é porque tem a vantagem de manter preservado o ciclo biológico dos grãos e suas características fisiológicas, reduzindo a atividade dos insetos”, destaca Aury, afirmando ainda que o investimento neste tipo de equipamento não passa do 1% do custo operacional. “O procedimento de exaustão tem mostrado resultados positivos, mas para se conseguir isso, o produtor deve realizar corretamente todas as etapas, desde a colheita até a armazenagem”, assinala, acrescentando que a Cotripal já adquiriu e instalou mais de 1600 aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agropress</p>
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		<title>BB anuncia que vai renegociar dívidas de sojicultores do MS depois de perdas com chuvas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 18:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O Banco do Brasil vai criar normas para renegociar dívidas dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul que tiveram perdas nesta safra por causa da chuva. O anúncio foi feito ontem (16), em Brasília, pelo diretor de agronegócio José Carlos Vaz. Paralelo à iniciativa do banco, o ministro da Agricultura Wagner Rossi vai redigir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Banco do Brasil vai criar normas para renegociar dívidas dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul que tiveram perdas nesta safra por causa da chuva. O anúncio foi feito ontem (16), em Brasília, pelo diretor de agronegócio José Carlos Vaz. Paralelo à iniciativa do banco, o ministro da Agricultura Wagner Rossi vai redigir minuta ao Conselho Monetário Nacional (CMN) para atender os produtores do Estado.<br />
O Banco do Brasil é o principal credor dos agricultores, respondendo por mais de 80% dos empréstimos para custeio e investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Correio do Estado</p>
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		<title>Novo sistema de emissão e registro de títulos do agronegócio é lançado em SP</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 18:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançado nesta quarta, dia 2, em São Paulo um sistema mais rápido de emissão e registro de títulos do agronegócio, uma fonte alternativa de obter recursos para o setor. O sistema foi criado pela BM&#38;FBovespa e, num primeiro momento, deve ser utilizado pelo Banco do Brasil. Boa parte da agricultura brasileira depende de recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi lançado nesta quarta, dia 2, em São Paulo um sistema mais rápido de emissão e registro de títulos do agronegócio, uma fonte alternativa de obter recursos para o setor. O sistema foi criado pela BM&amp;FBovespa e, num primeiro momento, deve ser utilizado pelo Banco do Brasil.<span id="more-3346"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Boa parte da agricultura brasileira depende de recursos e regras do governo para obter financiamento. Na tentativa de reduzir essa dependência e buscar outras fontes de dinheiro, em 2004 foram criados os novos títulos do agronegócio. O mais utilizado são as letras de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o agricultor pega um empréstimo no banco, assume um compromisso de pagamento. Essa dívida é transformada em um título que o banco pode vender a um investidor, qualquer pessoa física ou jurídica. Esses títulos são as chamadas letras de crédito do agronegócio (LCAs).</p>
<p style="text-align: justify;">O investidor adquire o titulo e assim faz uma aplicação. Se for pessoa jurídica, não paga Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O investidor pessoa física é isento de Imposto de Renda na operação. Assim, com mais dinheiro nos bancos, a expectativa é de que haja aumento na oferta de credito ao agricultor.</p>
<p style="text-align: justify;">– Isso significa que o banco aumenta os recursos que ficam a sua disposição para financiamentos em geral e para a agricultura em particular, então com isso acho que nós estamos alcançando o objetivo pelo qual agente vem batalhando há muito tempo de ampliar o volume de recursos para financiar a agricultura brasileira e principalmente diversificar as fontes – explica Luis Carlos Guedes Pinto, vice-presidente de agronegócio do Banco do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que foram criadas, os bancos já emitiram R$ 284,7 bilhões em LCAs. Só no ano passado, foram R$ 171,9 bilhões, quase três vezes mais do que ano anterior: R$ 63,2 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas explicam que a negociação destes títulos demorou a deslanchar porque o sistema era muito burocrático.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta quarta, dia 2, a BM&amp;FBovespa e o Banco do Brasil, responsável por dois terços do financiamento agrícola do país, assinaram um convênio para agilizar a emissão e registro desses títulos. É um sistema em tempo real que vai dar mais transparência aos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">– O convênio vai permitir que isso seja feito automaticamente, sem que ninguém tenha que digitar num computador do banco todas essas informações pra mandar pra nossa central de registro. Então vai ser uma conversa via os sistemas de informática do banco e da BM&amp;F – ressalta Ivan Wedekin, diretor de commodities da BM&amp;F Bovespa.</p>
<p style="text-align: justify;">– A BM&amp;F tem essa credibilidade no mercado e tem os sistemas operacionais que integrados com os do banco vão nos permitir lançar esses títulos em um número muito maior e com muito mais rapidez – observa Luis Carlos Guedes Pinto, vice-presidente de agronegócio do Banco do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco do Brasil já emitiu R$ 1,2 bilhão em letras de crédito do agronegócio. A expectativa é ultrapassar R$ 5 bilhões até o fim do ano, podendo chegar a R$ 10 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">No encontro, o presidente da bolsa lembrou que o novo sistema não vai ficar restrito ao Banco do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">– Todos os bancos serão visitados, principalmente aqueles que têm foco também na emissão de LCAs pra poder ter também a adesão desses bancos no nosso sistema com uma melhor transparência com mais lastro envolvido na garantia – Edemir Pinto – presidente da BM&amp;FBovespa.</p>
<p style="text-align: justify;">Canal Rural</p>
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		<title>Prioridades de governo</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 18:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirmou ontem que o governo pretende realizar nos próximos anos a fusão da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) com um seguro rural mais abrangente, que envolva não apenas os riscos climáticos, mas mercadológicos.A declaração foi feita durante reunião com os presidentes de 32 cadeias produtivas, em Brasília, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirmou ontem que o governo pretende realizar nos próximos anos a fusão da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) com um seguro rural mais abrangente, que envolva não apenas os riscos climáticos, mas mercadológicos.<span id="more-3339"></span>A declaração foi feita durante reunião com os presidentes de 32 cadeias produtivas, em Brasília, na qual Rossi apresentou as prioridades do governo para os próximos anos. A elaboração de um sistema de apoio à pecuária, assim como já existe para a agricultura, também foi citada pelo ministro como um dos projetos que terão destaque em sua gestão. Rossi lembrou, ainda, que há uma mobilização do setor rural para temas como o Código Florestal em discussão no Congresso. &#8220;Esse assunto deve ser resolvido nos próximos meses. Devemos ter bons resultados em relação à segurança jurídica&#8221;, afirmou o ministro.</p>
<p style="text-align: justify;">Valor Econômico</p>
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		<title>Medida provisória que abre crédito de R$ 210 milhões para agricultores familiares é aprovada</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 18:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[O Senado aprovou na sessão deliberativa dessa terça, dia 1º, a Medida Provisória (MP) que abriu crédito extraordinário no valor de R$ 210 milhões para o ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) pagar o benefício Garantia-Safra. A MP foi aprovada por votação simbólica. O governo estima que a medida beneficia 595 mil agricultores familiares do semiárido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Senado aprovou na sessão deliberativa dessa terça, dia 1º, a Medida Provisória (MP) que abriu crédito extraordinário no valor de R$ 210 milhões para o ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) pagar o benefício Garantia-Safra. A MP foi aprovada por votação simbólica.<span id="more-3336"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O governo estima que a medida beneficia 595 mil agricultores familiares do semiárido que sofreram perdas na safra 2009/2010, devido a problemas relacionados à estiagem ou ao excesso de chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa Garantia-Safra foi instituído pela Lei 10.420/02 para atender produtores de 859 municípios da região Nordeste na safra 2009/2010. Trata-se de uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para os agricultores que sofrem com a perda de safra devido à seca ou excesso de chuvas. Sua área de atuação abrange os municípios localizados na região Nordeste, norte de Minas Gerais (Vale do Mucuri e Vale do Jequitinhonha) e norte do Espírito Santo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar do programa é necessário aderir ao Garantia-Safra anualmente. A adesão deve ser feita pelos Estados, municípios e agricultores. O benefício é pago aos agricultores que aderiram nos municípios em que é detectada perda de pelo menos 50% da produção de algodão, arroz, feijão, mandioca e milho. O pagamento é feito diretamente aos agricultores, em parcelas mensais, por meio de cartões eletrônicos disponibilizados pela Caixa Econômica Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Senado</p>
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		<title>Valorização da soja e procura por novas áreas faz preço da terra subir no RS</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 20:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Um relatório da consultoria Informa Economics FNP (ex-AgraFNP) sobre a valorização das áreas destinadas à produção agropecuária no Brasil, mostrou o aumento do preço das terras no Rio Grande do Sul. Em três anos, no embalo da corrida pela expansão das lavouras de soja, o preço médio do hectare no Estado subiu 60%, alcançando R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um relatório da consultoria Informa Economics FNP (ex-AgraFNP) sobre a valorização das áreas destinadas à produção agropecuária no Brasil, mostrou o aumento do preço das terras no Rio Grande do Sul. Em três anos, no embalo da corrida pela expansão das lavouras de soja, o preço médio do hectare no Estado subiu 60%, alcançando R$ 9.444.<span id="more-3324"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Foi a Metade Sul do Estado a região que mais contribuiu para a alta dos preços – acima da média brasileira, de 25% –, explica a gerente de agroenergia da FNP, Jacqueline Bierhals. O salto das cotações ocorreu em áreas específicas da Região Central e da Zona Sul, onde em alguns municípios os preços no mínimo dobraram.</p>
<p style="text-align: justify;">— Valorizaram-se principalmente áreas altas onde é possível implantar a soja. Na zona de Pelotas, são as áreas que têm uma boa drenagem e a vantagem logística da proximidade do porto de Rio Grande — aponta Jacqueline.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o consultor Cilotér Iribarrem, da Safras &amp; Cifras, de Pelotas, é crescente a procura por terras para soja em municípios próximos, como Jaguarão e Arroio Grande. O hectare, então negociado por cerca de R$ 3 mil, agora atinge preços entre R$ 6 mil e R$ 7 mil. Antes, a escalada também havia sido influenciada pelo avanço do eucalipto, lembra Iribarrem.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo da FNP dividiu o Rio Grande do Sul em quatro grandes macrorregiões: Caxias do Sul, Passo Fundo, Uruguaiana e Santa Maria. No norte, quadrante que engloba as principais áreas produtoras de grãos, o efeito soja também apareceu. O valor mais frequente dos negócios verificados no final do ano passado foi de R$ 18,5 mil o hectare na faixa mais valorizada, entre Passso Fundo e Erechim, alta de 34,5% sobre três anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Zero Hora, RS</p>
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		<title>Contratações de crédito rural chegam a R$ 56,3 bilhões</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/contratacoes-de-credito-rural-chegam-a-r-563-bilhoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 18:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[As contratações do crédito rural passaram de 56% do total programado entre julho de 2010 e janeiro de 2011. Nesse período, os produtores contrataram R$ 56,3 bilhões dos R$ 100 bilhões previstos para a agricultura empresarial. O número mostra que os financiamentos do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 superaram em 20,5% o volume contratado em período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As contratações do crédito rural passaram de 56% do total programado entre julho de 2010 e janeiro de 2011. Nesse período, os produtores contrataram R$ 56,3 bilhões dos R$ 100 bilhões previstos para a agricultura empresarial.<span id="more-3319"></span> O número mostra que os financiamentos do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 superaram em 20,5% o volume contratado em período igual no ano passado (R$ 46,7 bilhões).</p>
<p style="text-align: justify;">— O resultado reflete o bom cenário para a agricultura no Brasil e no mundo, com os preços das commodities valorizados. A situação estimula tanto o empreendedor como os agentes financeiros que operam o crédito rural — avalia o diretor de Economia Agrícola do ministério da Agricultura, Wilson Araújo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos para custeio e comercialização ultrapassam R$ 42 bilhões, o que representa quase 56% do valor previsto para safra atual (R$ 75,5 bilhões). Os desembolsos dos programas de investimento chegam a R$ 8,3 bilhões. Além desses recursos, o governo colocou à disposição linhas especiais de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaque para o Programa de Sustentação do Investimento (PSI-K), voltado à compra de máquinas de equipamentos agrícolas. Até janeiro, 93% do programado já estavam nas mãos dos produtores. São R$ 3,7 bilhões dos R$ 4 bilhões direcionados a essa linha de financiamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito rural destinado a cooperativas também está com bom desempenho. Por meio do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro) já foram liberados R$ 1,7 bilhão, 88,2% do programado no Plano Agrícola e Pecuário. Outros R$ 869 milhões foram contratados pelo Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), o equivalente a 43,5% do previsto para safra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o médio produtor foram liberados cerca de R$ 3,2 bilhões dos R$ 5,65 bilhões, entre julho de 2010 e janeiro de 2011, pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). No segmento de custeio e comercialização, esse valor chega a R$ 2,4 bilhões, ou 63% do programado. Para investimento, as contratações alcançaram R$ 700 milhões contra R$ 436 milhões no mesmo período do ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</p>
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		<title>Resoluções do Banco Central de 24 de fevereiro de 2011</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/resolucoes-do-banco-central-de-24-de-fevereiro-de-2011/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 18:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique no título da Resolução para abrí-la RESOLUCAO 3.950  Dispõe   sobre   os   prazos    para efetivação do contido nos  arts.  3º e  4º  da  Lei nº 11.775, de  17  de setembro de 2008.   RESOLUCAO 3.952 Autoriza  a  prorrogação dos  prazos de  vencimento das operações de  EGF de arroz.   RESOLUCAO 3.951     Estende  os períodos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>Clique no título da Resolução para abrí-la</strong></div>
<div><strong><a href="https://www3.bcb.gov.br/normativo/detalharNormativo.do?method=detalharNormativo&amp;N=111013533"><span style="font-size: x-small;">RESOLUCAO 3.950 </span></a></strong></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Dispõe   sobre   os   prazos    para<br />
efetivação do contido nos  arts.  3º<br />
e  4º  da  Lei nº 11.775, de  17  de<br />
setembro de 2008.<span id="more-3313"></span></span></div>
<div> </div>
<div><strong><a href="https://www3.bcb.gov.br/normativo/detalharNormativo.do?method=detalharNormativo&amp;N=111013535"><span style="font-size: x-small;">RESOLUCAO 3.952</span></a></strong></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Autoriza  a  prorrogação dos  prazos<br />
de  vencimento das operações de  EGF<br />
de arroz.</span></div>
<div> </div>
<div><a href="https://www3.bcb.gov.br/normativo/detalharNormativo.do?method=detalharNormativo&amp;N=111013534"><span style="font-size: x-small;"><strong>RESOLUCAO 3.951</strong>    </span></a><br />
<span style="font-size: x-small;">Estende  os períodos de formalização<br />
das   composições  de   dívidas   de<br />
hortifruticultores,             suas<br />
cooperativas e empresas de  produção<br />
hortifrutícolas, e o de  contratação<br />
da   linha  emergencial  de  crédito<br />
destinada  a agricultores familiares<br />
com   empreendimentos  afetados  por<br />
seca   na  região  do semiárido  dos<br />
estados  do  Nordeste  e  de   Minas<br />
Gerais.</span></div>
<div><span style="font-size: x-small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Banco Central do Brasil</span></div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Norma de qualidade do café entra em vigor</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/norma-de-qualidade-do-cafe-entra-em-vigor/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 20:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Consumidores terão à disposição produto de melhor qualidade, que passará pela fiscalização de técnicos do Ministério da Agricultura. Para garantir a qualidade do café brasileiro oferecido aos consumidores entra em vigor nesta quarta, dia 23, o Padrão Oficial de Classificação do Café Torrado em Grão e Torrado e Moído. A partir de agora, fiscais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Consumidores terão à disposição produto de melhor qualidade, que passará pela fiscalização de técnicos do Ministério da Agricultura.<span id="more-3310"></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Para garantir a qualidade do café brasileiro oferecido aos consumidores entra em vigor nesta quarta, dia 23, o Padrão Oficial de Classificação do Café Torrado em Grão e Torrado e Moído. A partir de agora, fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vão colher amostras do produto nos pontos de venda e analisar duas questões: a presença de matérias estranhas e impurezas (se houve adição de outro produto ao café) e o percentual de umidade (teor de água).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">– Essa norma permitirá que o consumidor brasileiro tenha à sua disposição um café absolutamente puro, o que atende ao principal requisito de qualidade do produto. A ação é de interesse de toda a cadeia produtiva, principalmente dos produtores – enfatiza o secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone.<br />
 <br />
Após análise de microscopia, será considerado café dentro do padrão de qualidade aquele que apresentar percentual máximo de 1% de impurezas, como cascas, paus e restos de folha do cafeeiro. Já o percentual máximo admitido de matérias estranhas (sementes de milho, açaí e fragmentos metálicos do moinho do café), será de 0,1%. Além disso, o produto deve ter, no máximo, 5% de umidade.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em caso de irregularidades, o industrial será notificado e terá três dias para contestar o resultado apresentado pelo Ministério da Agricultura.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">– Denominamos de solicitação de perícia. Um representante técnico da indústria realiza ou acompanha in loco uma nova análise na amostra de contraprova para saber se realmente o produto não está de acordo com as normas de qualidade – informa o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Fábio Fernandes.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Se as distorções em relação à norma legal forem confirmadas, será lavrado auto de infração e aberto processo administrativo. As penalidades poderão ser advertência, suspensão da comercialização, apreensão ou multa. Os valores variam de R$ 2 mil a 5 mil, por lote. De acordo com a situação, a multa poderá ser acrescida de um percentual do valor comercial da mercadoria.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Além dos testes de impureza e umidade, a análise sensorial avaliará a fragrância do pó, o aroma, a acidez, o sabor e a qualidade da bebida. A exigência desse teste foi prorrogada por dois anos, por meio da Instrução Normativa n° 6,  publicada nesta quarta, dia 23, no Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Após esse prazo, o produto passará a ser classificado em três denominações: “Café Padrão Único”, “Café Fora do Tipo” e “Café Desclassificado”. Para ser caracterizado como “Café Padrão Único”, o produto deverá apresentar no máximo 5% de umidade e 1% de impurezas. O café que apresentar resultados acima desses limites será denominado produto “Fora do Tipo”, e não poderá ser comercializado. Nesse caso, as indústrias terão de reprocessá-lo e enquadrá-lo dentro dos limites do “Café Padrão Único”.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O produto que apresentar mal estado de conservação, odor e aparência impróprios, além de percentual de matérias estranhas, sedimentos e impurezas igual ou superior a 1,3% será desclassificado. Nessa condição, o café terá a venda proibida e caberá ao Ministério da Agricultura autorizar a utilização do produto para outros fins que não seja a alimentação humana.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</p>
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		<item>
		<title>Banco do Brasil abre crédito em MT</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/banco-do-brasil-abre-credito-em-mt/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 18:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o desafio de manter o crescimento das liberações de recursos para os setores agropecuário e empresarial de Mato Grosso, a Superintendência Regional do Banco do Brasil anunciou a abertura do prazo para a obtenção de crédito para custeio e investimento da safra 2011/12. Além das tradicionais linhas de custeio agropecuário com recursos controlados, este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o desafio de manter o crescimento das liberações de recursos para os setores agropecuário e empresarial de Mato Grosso, a Superintendência Regional do Banco do Brasil anunciou a abertura do prazo para a obtenção de crédito para custeio e investimento da safra 2011/12. Além das tradicionais linhas de custeio agropecuário com recursos controlados, este ano o BB ampliou os prazos na linha Manual do Crédito Rural (MCR 6-2) Investimento.<span id="more-3297"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Com a abertura do prazo, o produtor rural já pode contratar custeio agropecuário com recursos controlados do MCR, com encargos de 6,75% ao ano e FCO (Fundo Centro-Oeste) para custeio a juros pré-fixados que oscilam entre 5% e 8,50% ao ano, com bônus de adimplência de 15%, sem incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Além disso, o teto das linhas de custeio pode ser elevado em até 45% quando da contratação de mitigadores de preço e/ou produção ou quando ocorrer plantio direto na palha. Os recursos para custeio são destinados ao preparo do plantio da safra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para complementar a necessidade de crédito do produtor, o BB oferece também a Cédula de Produto Rural Financeira (CPRF) para produtos como arroz, milho, soja e bovinos, ou custeios com recursos não controlados. Nas duas modalidades, segundo a Superintendência do BB, os encargos são “bastante competitivos” em relação às instituições de crédito privadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o produtor que quer investir, estão disponíveis as linhas de investimento do FCO, BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), MCR 6-2 e recursos não controlados. A inovação ocorreu nos prazos do MCR 6-2 Investimento, que possui teto de R$ 200 mil por beneficiário/safra e juros pré-fixados de 6,75% ao ano. Os novos prazos são 5 anos para aquisição de bovinos e correção de solo, 6 anos para tratores, 8 para colheitadeiras e 12 anos para equipamentos de irrigação ou armazenagem. O BB lembra que a aprovação de propostas está sujeita à análise cadastral e de crédito do proponente.</p>
<p style="text-align: justify;">DEMANDA</p>
<p style="text-align: justify;">“Mato Grosso é um Estado forte no agronegócio e tem uma grande demanda por recursos no setor agrícola. O Banco do Brasil também ter um forte compromisso com a agricultura e vai concentrar seus esforços no sentido de facilitar os financiamentos e dar o máximo apoio aos produtores”, disse uma fonte do BB, acrescentando que a prioridade da Superintendência Regional é apoiar o desenvolvimento do agronegócio e de outros setores da economia, como a área empresarial, através de mecanismos de financiamento que favoreçam os investimentos e estimulem o crescimento do Estado. “Somos atores importantes neste processo de desenvolvimento e sempre estaremos dispostos a contribuir para que o crescimento se dê de uma forma rápida e sustentável”, salientou.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, as liberações totais do Banco do Brasil para a safra 2010/11 em Mato Grosso, avançaram 1,50% em relação a igual período do ano anterior. As aplicações saltaram de R$ 1,33 bilhão para R$ 1,35 bilhão na comparação entre os dois períodos. Os números referem-se às liberações de recursos para a agricultura empresarial (grandes e médios produtores) e familiar (pequenos), contemplando também as áreas de investimentos, custeio e comercialização.</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento agroempresarial do Estado abocanhou R$ 1,22 bilhão dos recursos destinados à agricultura. Desse total, R$ 951,7 bilhões referem-se a operações de custeio. Investimentos ficaram com R$ 150,5 milhões, seguidos do item comercialização (R$ 122,2 milhões). A agricultura familiar foi contemplada com R$ 124 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Diário de Cuiabá</p>
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		<title>Arroz produzido no Rio Grande do Sul conquista reconhecimento internacional</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/arroz-produzido-no-rio-grande-do-sul-conquista-reconhecimento-internacional/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 18:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Agrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois navios, que juntos transportaram 23 mil toneladas de arroz, abriram em 2004 ,de forma tímida, um nicho até então pouco explorado. Do porto de Rio Grande, no sul do Rio Grande do Sul, o grão chegou aos mares, rumo a novos consumidores. Passados sete anos, o arroz gaúcho, quebrado ou parboilizado, ganhou reconhecimento internacional. Logo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Dois navios, que juntos transportaram 23 mil toneladas de arroz, abriram em 2004 ,de forma tímida, um nicho até então pouco explorado.<span id="more-3289"></span> Do porto de Rio Grande, no sul do Rio Grande do Sul, o grão chegou aos mares, rumo a novos consumidores. Passados sete anos, o arroz gaúcho, quebrado ou parboilizado, ganhou reconhecimento internacional. Logo, as exportações se multiplicaram até ultrapassar 600 mil toneladas, em 2009. Após retração no mercado, o porto marítimo projeta para a atual safra alta de 11% nos embarques de 405 mil no ano passado para mais de 450 mil toneladas em 2011.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2004, os navios, endereçados à Senegal e Holanda, partiram do complexo Termasa-Tergrasa. Ao observar a crescente conquista de mercados, em especial a partir de 2007, a direção do terminal ergue quatro silos verticais, com 5 mil toneladas de capacidade cada, exclusivos para o arroz.</p>
<p style="text-align: justify;">– Como o pico da safra do arroz coincide com o da soja (abril e maio), vamos criar este espaço. Queremos ofertar 110 mil toneladas ao arroz – explica Guillermo Dawson, diretor do complexo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Termasa-Tergrasa aposta na vocação exportadora do Estado, responsável por 64% da produção brasileira do cereal, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Do cais, o grão parte a granel ou em contêineres, ensacados. Chega aos Estados Unidos, América Central, Ásia e Europa. No entanto, o principal consumidor é a África, destino de 78% do arroz nacional, aponta levantamento da empresa de consultoria Agrotendências.</p>
<p style="text-align: justify;">– No último ano comercial (de março de 2010 a janeiro de 2011), o Brasil exportou arroz para 62 países. O dado mostra que, embora recente, pois há sete anos as vendas não passavam de 50 mil toneladas, a participação do arroz brasileiro é uma realidade sólida – frisa Tiago Sarmento Barata, analista de mercado da Agrotendências.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os próximos anos, apesar da influência do humor do câmbio, as exportações devem continuar favoráveis, com a demanda africana em alta e um maior interesse do Oriente Médio. O cenário anima quem busca ampliar o espaço no mercado externo, como Fernando Estima, diretor da Ei-LOG, corretora pelotense associada à Bolsa Continental de Mercadorias.</p>
<p style="text-align: justify;">– O Estado tem condições de exportar 10% do que produz. Além de garantir ganhos na venda, diminui a oferta no mercado interno e ajuda a melhorar o preço da saca. Basta trabalhar – confia Estima.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses 10% corresponderiam a 800 mil toneladas em 2011, conforme a previsão da Conab. Volume quase duas vezes superior ao que deve passar por Rio Grande. Para aproveitar tal potencial, a corretora investe no cereal beneficiado. Em contêineres, dentro de sacos, exporta o arroz em embalagens bilíngues de um, cinco e 10 quilos. Estratégia que assegurou vendas para países como Canadá, Estados Unidos, Libéria e Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">Zero Hora</p>
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