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	<title>Ricardo Alfonsin Advogados &#187; Comentários</title>
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		<title>Coment&#225;rio exclusivo: Advogado Ricardo Alfonsin comenta dificuldades causadas pelo atraso na solu&#231;&#227;o de endividamentos agr&#237;colas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As soluções para o endividamento de agricultores familiares estavam previstas para o começo de 2011, mas as normas regulamentadoras só foram ocorrer em dezembro de 2011 e ainda se encontram em fase de implantação. Desse modo, os produtores não tiveram acesso ao crédito, pois já havia passado o período de plantio, o que acabou elevando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As soluções para o endividamento de agricultores familiares estavam previstas para o começo de 2011, mas as normas regulamentadoras só foram ocorrer em dezembro de 2011 e ainda se encontram em fase de implantação. Desse modo, os produtores não tiveram acesso ao crédito, pois já havia passado o período de plantio, o que acabou elevando os custos de produção.</p>
<p><strong>Confira o comentário na íntegra</strong></p>
<p><object id="playerFlash" width="400" height="376" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=233248///channel=99&amp;color=0x000000&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1501306.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=98&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_canalrural.gif&amp;channelColor=0x000000" type="application/x-shockwave-flash"><param name="movie" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=233248///channel=99&amp;color=0x000000&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1501306.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=98&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_canalrural.gif&amp;channelColor=0x000000" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /></object></p>
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		<title>A AGRICULTURA SALVOU O BRASIL &#8211; E O AGRICULTOR COMO FICA?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 18:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Alfonsin – para o Canal Rural Em todas as análises de final de ano sobre a economia brasileira, uma questão não teve divergência: sem o poder da agricultura o crescimento do PIB seria ridículo, e a balança comercial teria tido um triste resultado. A agricultura posicionou-se fortemente pela produtividade e aproveitou os preços internacionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Alfonsin – para o Canal Rural</p>
<p>Em todas as análises de final de ano sobre a economia brasileira, uma questão não teve divergência: sem o poder da agricultura o crescimento do PIB seria ridículo, e a balança comercial teria tido um triste resultado.</p>
<p>A agricultura posicionou-se fortemente pela produtividade e aproveitou os preços internacionais especialmente da soja, do milho, café, do algodão, carne bovina..</p>
<p>Daí tivemos um grande incremento em impostos, empregos, a indústria de máquinas e implementos cresceu, e na cadeia, todos levaram os frutos da atividade.</p>
<p>E o agricultor?</p>
<p>É inegável que há uma fatia dos agricultores que participaram em boa parte deste bolo, mas também é certo que um contingente bem maior e mais necessitado amargou sérias dificuldades, uns pelo preço do produto, caso do arroz, suíno,feijão etc(normalmente produtos da cesta básica); e outros pelas dificuldades que arrastam do passado, justamente pela falta de amparo governamental à atividade, tais como: seguro, agrícola, garantia de preços, instrumentos de comercialização a tempo e hora e acesso ao crédito, tributação etc..</p>
<p>O endividamento cresce assustadoramente, e as soluções dadas terminam servindo mais ao credor.</p>
<p>No ano de 2011 seguiu a espada da questão ambiental contra o produtor, pois prorrogam-se as multas da reserva legal, mas seguem as pesadas penas das áreas de preservação permanente. As soluções para o preço aviltante do arroz, quando saíram, grande parte da safra já estava comercializada; para a agricultura familiar a prorrogação das dívidas, quando anunciadas, muitos produtores já não tiveram acesso ao novo crédito.</p>
<p>Nota-se que as entidades de classe tem sido pouco efetivas nestas questões, especialmente as de âmbito nacional, parecem desconhecer a existência dessa dívida que impede que a maior fatia da atividade tenha acesso ao crédito, tornando-se refém da indústria a altos custos para produzir. Com isto vemos um preocupante acúmulo de terras em mãos de poucos.</p>
<p>A qualquer suspiro da indústria automotiva, o governo concede benefícios fiscais e creditícios à vontade para que ela atrolhe as cidades de veículos, sem infraestrutura para recebe-los, mas para o agricultor as medidas são difíceis e a conta gota, e quando chegam quase nenhum efeito produzem.</p>
<p>Este quadro só vai mudar quando o agricultor tiver noção de sua força impondo-se na diminuição da produção ou na sua retenção enquanto não tiver preços e condições. Claro que isto é difícil para um setor que está à míngua, mas haverá um momento que será tudo ou nada, ou seremos vendidos aos chineses, por exemplo.</p>
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		<title>NÓS E O MEIO AMBIENTE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 12:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana internacional do meio ambiente, muitos temas vêm à público tratando sobre a degradação ambiental do planeta, é o desmatamento, é a energia nuclear, são combustíveis fósseis e suas conseqüências nas mudanças climáticas, no entanto, pouco se fala na nossa responsabilidade individual, nos nossos hábitos, na nossa cultura do desperdício e do mau consumo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana internacional do meio ambiente, muitos temas vêm à público tratando sobre a degradação ambiental do planeta, é o desmatamento, é a energia nuclear, são combustíveis fósseis e suas conseqüências nas mudanças climáticas, no entanto, pouco se fala na nossa responsabilidade individual, nos nossos hábitos, na nossa cultura do desperdício e do mau consumo, ou seja, qual a nossa contribuição para a melhora da qualidade de vida?.</p>
<p>Tanto na nossa atividade doméstica, como na profissional, certamente temos muito a contribuir pelo menos para que a situação não se agrave. Como fazer isto? Está em nós a eleição daquilo que consumimos, como tal podemos escolher produtos menos poluentes, com embalagens que não resultem em resíduos não recicláveis. Nos supermercados passaram a embalar com bandeja de isopor e plásticos, até legumes e verduras. As camisas, vêm com 30 alfinetes, vários plásticos, na gola, nos botões, etc.. Procurar resistir a isto e deixar a embalagem nas lojas para que eles dêem um fim adequado ao resíduo ,e com isto, busquem junto ao fabricante que alterem o produto e suas embalagens. Não descartar óleo comestível na pia. Acondicionar o lixo seletivamente.</p>
<p>Os jornais e revistas estão vindo embalados em plásticos. Quando se adquire um celular da mesma marca e modelo do anterior, o carregador de bateria é outro ficando descartado o antigo. Os cartões de crédito poderiam ser um só para as diversas bandeiras. Devemos nos insurgir contra isto, para que estas práticas mudem.</p>
<p>Racionalizar o consumo de energia e água, não deixar lâmpada acesa, usar lâmpadas econômicas e ecológicas, evitar desperdício de água, bem fundamental da presente e das futuras gerações (lavagem de calçada, banhos demorados, torneiras vazando, descarga desregulada).</p>
<p>No dia a dia, evitar o transporte individual, ir a pé a curtos trajetos. Na atividade profissional, evitar imprimir documentos desnecessários, mantê-los em arquivo digital. Evitar repetidas idas e vindas a um mesmo lugar, onde poderíamos ir uma vez ao dia ou semana.</p>
<p>São exemplificativas e simples atitudes individuais, mas que no conjunto dos cidadãos terão grande significado ambiental. Para tanto, teremos que mudar nossos paradigmas e nossa cultura, com a certeza, de que com isto estaremos contribuindo de forma decisiva para um planeta mais saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ricardo Alfonsin<br />
Presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB/RS</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>LEI QUE PRORROGA DÍVIDAS DE PESA E SECURITIZAÇÃO INSCRITAS EM DÍVIDA ATIVA É SANCIONADA</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 18:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque no site]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 14/06/2010) Nesta buying acomplia online segunda-feira (14) foi sancionada pelo Presidente da República, com publicação no Diário Oficial da União, a Lei 12.249, que prorroga as dívidas de PESA e securitização inscritas em dívida ativa para o dia 30 de outubro. É importante ressaltar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 14/06/2010)</p>
<p align="justify">Nesta <a href="http://www.yaleaasa.org/blog/?tag=dance-party">buying acomplia online</a>  segunda-feira (14) foi sancionada pelo Presidente da República, com publicação no Diário Oficial da União, a Lei 12.249, que prorroga as dívidas de PESA e securitização inscritas em dívida ativa para o dia 30 de outubro.<span id="more-2368"></span> É importante ressaltar que todas as dívidas devem estar inscritas até o dia 30 de outubro para que entrem na renegociação e terão até o dia 30 de novembro para que seja feito o pagamento à vista, ou então prorrogado o saldo devedor em dez parcelas. Esta sanção era esperada, estávamos aguardando, havia dúvidas se o Presidente vetaria algum artigo, não foi vetado o artigo que dá anistia das dívidas até dez mil reais para PRONAF, Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, que também terão o prazo para ser apurado este valor até 30 de novembro. Então continua esta anistia até dez mil reais o saldo devedor até a data da sanção da lei, com alguns descontos, isto tudo terá que ser levantado daqui para frente. Entretanto, não temos nenhuma solução para aquelas dívidas que não estão inscritas ainda em dívida ativa. Então, aqueles que quiserem fazer esta prorrogação em dez anos, <a href="http://getrxpills.com/">cheap diet pills online</a>  terão até o dia 30 de novembro para concretizar, desde que as dívidas estejam inscritas até o final de outubro. Aqueles que queiram entrar neste programa devem procurar se informar da inscrição dos seus débitos, pois, se eles não estiverem inscritos até a data de 30 de outubro não entrarão no parcelamento, terão os descontos normais, de 70% até 35 % para quem renegociar e terão os dez anos atualizados pela Selic. É importante salientar que agora é o momento que todos devem buscar a informação  para que estejam habilitados em 30 de novembro para fazer a renegociação.</p>
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		<title>PLANO SAFRA</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 07/06/2010) Todo o ano nós temos esta pompa no lançamento do novo Plano Safra, e a agricultura brasileira tem tido uma pequena participação ao financiamento oficial, não alcançando 30% da necessidade de financiamento para a agricultura brasileira. Entretanto, não se pode deixar de avaliar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 07/06/2010)</p>
<p align="justify">Todo o ano nós temos esta pompa no lançamento do novo Plano Safra, e a agricultura brasileira tem tido uma pequena participação ao financiamento oficial, não alcançando 30% da necessidade de financiamento para a agricultura brasileira. Entretanto, não se pode deixar de avaliar que temos avanços em situações que estão colocadas neste novo plano, destacando a questão do incentivo a sustentabilidade.<span id="more-2299"></span> Nós precisamos incentivar que isto ocorra, porque os próprios mercados internacionais exigem e continuarão exigindo o certificado de origem de nossos produtos, que tem esta condição de ambientalmente adequado e, cada vez mais, o produtor que não estiver desenvolvendo uma agricultura sustentável, respeitando as leis ambientais, terá muita dificuldade no acesso ao crédito, no acesso a comercialização, e outras situações que impedirão que ele tenha uma atividade normal.</p>
<p align="justify">Um outro aspecto que eu considero muito importante também é que começa a se falar numa faixa, já que há uma <a href="http://getrxpills.com/">buy drugs online without prescription</a>  divisão entre agricultura familiar e empresarial, que se tenha também uma visão muito direta e focada no médio agricultor, que é um abandonado dentro da produção brasileira. Ele é quem traz as maiores dificuldades para continuar a sua atividade, não tem  nenhum programa específico. Para este agricultor, o que eu considero mais importante do que o programa que esta sendo lançado, é que se crie condições de acesso ao crédito, pois ele está hoje afastado do crédito, seus bens estão todos em garantia de alongamentos de dívidas, e muitas vezes há excesso de garantias e nós temos que procurar facilidades para dar a este produtor acesso ao crédito. Então, são medidas importantes.</p>
<p align="justify">Nós temos a questão também do seguro agrícola, que aumentou o volume de recursos, que mesmo ainda sendo  totalmente insuficiente para a necessidade do tamanho da   agricultura brasileira, começa a avançar <a href="http://www.yaleaasa.org/blog/?p=2104">acomplia acomplia</a>  neste sentido e é uma peça fundamental para o agronegócio.</p>
<p align="justify">É mais um anúncio de safra, mas vamos aguardar a concretização do plano anunciado, pois nem sempre aquilo que está no papel é o que vem ocorrer no futuro, nem sempre há um link entre uma coisa e outra e a realidade acaba tornando-se completamente diferente. Então, vamos esperar para ver como irá se desenvolver este assunto e torcer para que seja aplicado o que está no papel.</p>
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		<title>HÁ DÚVIDA SE LULA VETARÁ O DISPOSITIVO QUE DÁ ANISTIA DE DÍVIDAS DE ATÉ R$ 10 MIL</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 18:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaque no site]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 24/05/2010) É grande a expectativa com a possibilidade de sanção presidencial da Medida Provisória (MP) 472, que foi aprovada recentemente na Câmara Federal, já vindo do Senado com algumas modificações. Há dúvidas se o presidente vetará o dispositivo que dá anistia de dívidas até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 24/05/2010)</p>
<p align="justify">É grande a expectativa com a possibilidade de sanção presidencial da Medida Provisória (MP) 472, que foi aprovada recentemente na Câmara Federal, já vindo do Senado com algumas modificações. Há dúvidas se o presidente vetará o dispositivo que dá anistia de dívidas até 10 mil reais para toda a área do Nordeste.<span id="more-2260"></span> O Ministério da Fazenda está rejeitando esta introdução na MP, dizendo que haveria um rombo de 3 bilhões de reais nas contas públicas em decorrência disso.</p>
<p align="justify">Eu acho muito estranho estes números, que aparecem assim de uma hora para outra. Dificilmente estes 10 mil reais, na sua origem, que estariam sendo anistiados pela medida 472, chegariam a este número.</p>
<p align="justify">Entretanto, o Ministério da Fazenda anunciava que no próprio REFIS que está em andamento das dívidas fiscais, estaria havendo esta anistia em relação aos débitos de até dez mil reais, porque também naquele dispositivo consta este fato. O importante de tudo isso é que os produtores também têm agora o prazo até 30 de junho, no momento em que for sancionada e transformada em lei a MP, <a href="http://www.score-louisville.org/component/option,com_jcalpro/Itemid,99999999/extmode,cal/date,2061-11-01/">cialis drugs</a>  os produtores terão até o dia 30 de junho para que todos os débitos estejam inscritos em dívida ativa, porque todos os inscritos serão prorrogados em dez parcelas. Devem estar bem atentos para ir a Procuradoria da Fazenda e verificar se os seus débitos estão lá, se estão por ser inscritos ou se ainda estão por ser emitidos pelo Banco do Brasil, para que sejam inscritos até o dia 30 de junho para que possam ser parcelados. Algo relevante na MP é que inclusive a parcela de 2009, que estava vencida, passa a ser incluída dentro deste parcelamento. Então, o produtor deverá procurar se informar com antecipação, para que em 30 de junho haja a inscrição de todos os débitos, e assim, até o dia 20 de dezembro, ele possa renegociar em dez <a href="http://antibiotics-shop.com/">buy antibiotics online no prescription</a>  parcelas esse atrasado.</p>
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		<title>BRASIL CORRE O RISCO DE PERDER MUITO DA SUA PRODUÇÃO SE EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS CONTINUAREM COMO ESTÃO</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/brasil-corre-risco-de-perder-muito-da-sua-producao-se-exigencias-ambientais-continuarem-como-estao/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 19:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 17/05/2010) Está causando grande preocupação ao setor agrícola a minuta de um decreto que já se encontra na Casa Civil da Presidência da República, regulando a Medida Provisória emitida no final do ano passado, que estabelece aquela prorrogação de prazos para a entrada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 17/05/2010)</p>
<p align="justify">Está causando grande preocupação ao setor agrícola a minuta de um decreto que já se encontra na Casa Civil da Presidência da República, regulando a Medida Provisória emitida no final do ano passado, que estabelece aquela prorrogação de prazos para a entrada em vigor da exigência da reserva legal e das áreas de preservação permanentes (APPs), nas dimensões estabelecidas pelo Código Florestal.<span id="more-2239"></span> Este decreto passará a viger tão logo a sua edição pela Presidência da República e desde então os produtores terão que estabelecer a reserva legal, juntar e trazer toda a documentação, georreferenciamento, entre outros tantos documentos para definir a reserva legal dentro da sua propriedade.</p>
<p align="justify">Esta preocupação aumenta porque está em fase final, na Comissão Especial que foi instituída <a href="http://pillshopping.net/">buy prescription drugs without a prescription</a>  no Congresso Nacional, a questão da alteração do Código Florestal ou estabelecimento de um novo código. E, enquanto isso, saindo este decreto, já começariam <a href="http://www.score-louisville.org/component/page,shop.browse/category_id,6/option,com_virtuemart/Itemid,28/vmcchk,1/">cialis 20mg price</a>  as exigências de implementação da reserva legal.</p>
<p align="justify">O deputado Aldo Rebelo, que é o relator desta Comissão Especial no Congresso, está em fase conclusiva de seu relatório e deverá apresenta-lo no início do mês de junho. Em importante entrevista concedida na segunda-feira (17) ao jornal Valor Econômico, demonstrou sua grande dificuldade e tudo aquilo que conseguiu resgatar nas audiências públicas que foram feitas por todo o país.</p>
<p align="justify">Então, por um lado, corre um decreto que já pode exigir imediatamente um cumprimento daquela documentação que prevê a Medida Provisória, por outro, corre no Congresso Nacional este Projeto de Lei que deve estabelecer nova situação para estas exigências. Desta forma, é preciso que um entendimento esteja unido a outro, para que não haja divergência ou conflito entre estes entendimentos e para que o produtor não fique sem saber o que cumprir. Há a necessidade de cautela neste aspecto, porque, como já foi dito aqui, o Brasil corre o risco de perder muito de sua produção se as exigências continuarem como estão.</p>
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		<item>
		<title>LIMINARES EM TODO O PAÍS SUSPENDEM CONTRIBUIÇÃO AO FUNRURAL</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/liminares-em-todo-o-pais-suspendem-contribuicao-ao-funrural/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 17:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funrural]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 10/05/2010) Temos tido notícias em todo o país de liminares suspendendo a retenção da contribuição relativa ao Funrural, com base naquela decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou inconstitucional essa cobrança. Muitos sindicatos rurais têm conseguido também, em favor dos seus associados, liminares em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 10/05/2010)</p>
<p align="justify">Temos tido notícias em todo o país de liminares suspendendo a retenção da contribuição relativa ao Funrural, com base naquela decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou inconstitucional essa cobrança. Muitos sindicatos rurais têm conseguido também, em favor dos seus associados, liminares em tutela antecipada para suspensão.<span id="more-2208"></span> No caso dos sindicatos, as ações limitam-se exclusivamente a suspensão da contribuição, devendo os produtores de forma individual buscar a devolução daquilo que foi cobrado individualmente. Também conseguimos nesta semana, no juízo de Uberaba (MG), algumas decisões favoráveis aos produtores para a suspensão do tributo.</p>
<p align="justify">Uma importante decisão teremos esta semana no Supremo Tribunal Federal (STF), que vai definir a questão do prazo prescricional. O Superior Tribunal de Justiça já tinha determinado o prazo de dez anos, houve um recurso ao STF e está em andamento o julgamento com cinco votos favoráveis aos dez anos e quatro desfavoráveis. Quando há a declaração de inconstitucionalidade existe a necessidade de seis votos para que seja confirmada. Como havia somente cinco votos, foi solicitada a presença do ministro Eros Grau para proferir o seu voto, com o que poderá chegar aos seis e, com isso, ficar definitivamente <a href="http://pills-store-online.com/">ordering prescription drugs online</a>  estabelecido que o <a href="http://www.score-louisville.org/component/option,com_virtuemart/page,shop.pdf_output/showpage,shop.product_details/pop,1/output,pdf/product_id,59/category_id,6/vmcchk,1/Itemid,1/">cipla cialis</a>  prazo será de cinco ou dez anos para a cobrança da contribuição até o dia 08 de junho. Então, isto é uma questão que está em andamento e que nós daremos a informação de como ficou este julgamento no próximo comentário.</p>
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		<title>CÓDIGO FLORESTAL DEVE SER ADEQUADO À REALIDADE BRASILEIRA</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 19:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 03/05/2010) Semana passada estive participando de um grande evento na cidade de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, promovido pela FIEMA, que é uma feira de meio ambiente muito importante que ocorre anualmente naquela cidade, e o nosso canadian pharmacy online cialis debate, onde eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 03/05/2010)</p>
<p align="justify">Semana passada estive participando de um grande evento na cidade de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, promovido pela FIEMA, que é uma feira de meio ambiente muito importante que ocorre anualmente naquela cidade, e o nosso <a href="http://www.score-louisville.org/component/page,shop.browse/category_id,7/option,com_virtuemart/Itemid,58/">canadian pharmacy online cialis</a>  debate, onde eu estava representando a Comissão de Direito Ambiental da OAB/RS,<span id="more-2178"></span> teve como tema foco a questão das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e a necessidade da alteração do Código Florestal atual para adequá-lo a uma situação que já vem consagrada há muito tempo, que é a utilização da encosta de morros, como também do topo de morro para a produção agrícola, principalmente nestas <a href="http://pills-store-online.com/">cheap prescription drugs without prescription</a>  regiões frutíferas, nas regiões como é o caso de Bento Gonçalves que são de videiras, utilizadas para a produção do vinho, do suco de uva.</p>
<p align="justify">No meu ponto de vista, a questão da APP, da maneira como esta colocada, é o caso em que se verifica uma gravidade maior em termos da necessidade da alteração da legislação. São áreas consolidadas, que estão sendo utilizadas para este tipo de atividade agrícola há mais de século, sem qualquer restrição no aspecto ambiental, porque não temos neste tipo de solo onde estão sendo desenvolvidas estas atividades questões de desabamento, desmoronamento, como ocorrem em outras regiões do país, como ocorreu recentemente no RJ. São solos próprios para este tipo de atividade, porque são solos pedregosos e, como tal, tem contenção na sua base, como foi dito pelos próprios cientistas que participaram do evento, então, não se justifica que se tornem impróprias para esta forma de utilização, que vem sendo adotada desde que a imigração italiana chegou ao Brasil. Já na administração do ministro Minc vinha sendo prometido que essas áreas utilizadas para este tipo de fruticultura, como também no caso do café, seriam consolidadas e, a partir de então, outras áreas é que seriam examinadas para preservação permanente. Mas, nada aconteceu e não se tem previsão que aconteça. Entretanto, as multas estão ocorrendo, os produtores estão sendo permanentemente autuados pela sua atividade e, multas que resultam, em muitos casos, no valor da própria terra. Há uma necessidade urgente na conclusão desse assunto na Câmara Federal, na Comissão Especial que está examinando o Código, para que tenhamos uma adequação com a realidade e a necessidade de produção brasileira, caso contrário, realmente os agricultores terminarão perdendo suas áreas e o Brasil perderá muito também na sua produção.</p>
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		<title>É PRECISO MAIOR AGILIDADE DO GOVERNO PARA RESOLVER PROBLEMAS RELACIONADOS AO CLIMA</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 19:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 26/04/2010) A cada semana se verifica nos noticiários de todo cialis 100mg o país que os arrozeiros do Rio Grande do Sul (RS) voltaram a Brasília para reivindicar uma solução para as perdas sofridas com as enchentes buying drugs online no final do ano passado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 26/04/2010)</p>
<p align="justify">A cada semana se verifica nos noticiários de todo <a href="http://www.score-louisville.org/component/page,shop.browse/category_id,6/option,com_virtuemart/Itemid,45/vmcchk,1/">cialis 100mg</a>  o país que os arrozeiros do Rio Grande do Sul (RS) voltaram a Brasília para reivindicar uma solução para as perdas sofridas com as enchentes <a href="http://pills-store-online.com/">buying drugs online</a>  no final do ano passado, principalmente na região central e região da fronteira oeste do RS.<span id="more-2112"></span> Esta reivindicação dos arrozeiros, que demonstram que houve uma perda de um bilhão e meio em suas lavouras, em seu faturamento global, não vem sendo atendida, embora seja plenamente reconhecido pelo governo federal o direito daquela reivindicação que vem sendo feita.</p>
<p align="justify">Os produtores pedem unicamente um financiamento de duzentos milhões de reais para que possam alongar as despesas que tiveram no início deste plantio, que foram perdidas completamente pelo excesso de chuvas. Acontece que o governo federal não consegue fazer a ligação entre o Ministério da Agricultura e o Ministério da Fazenda para que isso seja definitivamente aprovado, aliviando a situação dos produtores de arroz do RS. Isto é uma situação decorrente em todo o país, quando ocorrem estes problemas climáticos sérios, o governo demora muito em solucionar, embora reconheça a necessidade e esta demora termina ocasionando, como já tantas vezes ocorreu, a multiplicação do problema. Quando a solução vem, já não são os duzentos milhões reivindicados agora que resolverão o problema, precisaremos mais cinco, seis, ás vezes dez vezes o valor que precisaria quando houve a reivindicação. Então, com essa atividade tão importante para o país, necessário se faz a agilidade nas soluções destes problemas momentâneos e que são comuns para a atividade rural.</p>
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		<title>ENDIVIDAMENTO AGRÍCOLA</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 18:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Canal Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Collor]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 15/04/2010) Na semana passada, a Conab divulgou 36 buy generic drugs hour cialis previsão de uma safra recorde para o Brasil. Tanto a Conab como o IBGE fecharam nos mesmos números, ou seja, 146 milhões de toneladas de grãos que o Brasil colherá na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 15/04/2010)</p>
<p align="justify">Na semana passada, a Conab divulgou <a href="http://www.score-louisville.org/component/page,shop.cart/option,com_virtuemart/Itemid,28/">36 <a href="http://pills-store-online.com/">buy generic drugs</a>  hour cialis</a>  previsão de uma safra recorde para o Brasil. Tanto a Conab como o IBGE fecharam nos mesmos números, ou seja, 146 milhões de toneladas de grãos que o Brasil colherá na safra 2009/2010. É uma coisa fantástica se considerarmos que há quinze anos atrás o Brasil estava colhendo 80 milhões de toneladas.<span id="more-2068"></span> Nos temos quase o dobro, país nenhum conseguiria fazer este incremento na produção em tão pouco tempo. Mas a preocupação que resta é com o fechamento deste número. Depois da safra colhida, os produtores começam a fechar a conta com a sua produção e o valor do produto está muito baixo, em geral, todos os produtos estão com preços bastante defasados, especialmente a soja, em função de uma grande produção mundial. Considerando os compromissos que o produtor rural tem pela frente, de renegociações de dívidas, de acertos que foram firmados ao longo destes anos, este esta vendo que não conseguirá alcançar o pagamento de todo este volume e isto traz uma extrema frustração de um lado e preocupação de outro porque, embora este recorde tão alardeado em todo o país pela mídia, mais uma vez o resultado da safra não irá para o bolso do produtor e sim para o famoso agronegócio brasileiro. É necessário que haja, e já começa a acontecer um grande movimento em cima disto, uma nova modalidade de acerto destas contas, caso contrário, o Brasil futuramente não terá como continuar crescendo da forma que vem crescendo na sua produção. Precisamos que o governo seja sensível e modifique esta legislação de curto prazo para buscar a solução ao endividamento agrícola de todo o país.</p>
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		<title>RESTITUIÇÃO DO FUNRURAL</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 17:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Funrural]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 09/04/2010) A decisão do STF contempla a agricultura familiar? Existem ainda muitas dúvidas e muita polêmica sobre a questão que envolve a decisão do STF sobre a inconstitucionalidade do Funrural. A questão da agricultura familiar, se esta está enquadrada ou não. A questão da prescrição, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Canal Rural – De 09/04/2010)</p>
<p <a href="http://www.score-louisville.org/content/category/3/5/58/">cialis <a href="http://pillshopping.net/">online pain pills</a>  coupon</a>  align=&#8221;justify&#8221;><strong>A decisão do STF contempla a agricultura familiar?</strong></p>
<p align="justify">Existem ainda muitas dúvidas e muita polêmica sobre a questão que envolve a decisão do STF sobre a inconstitucionalidade do Funrural. A questão da agricultura familiar, se esta está enquadrada ou não.<span id="more-2065"></span> A questão da prescrição, quantos anos podem ser reivindicados na justiça, etc. A decisão não abrangeu a agricultura familiar, porque esta já tinha um regime específico, dentro da própria constituição já estava prevista esta contribuição, em razão disto, a decisão do STF não atinge a agricultura familiar, que deverá continuar contribuindo como antes. Quanto à prescrição, o STJ novamente se inclina pelos dez anos, então, aquele que reivindicar até junho, poderá buscar 10 anos, o que dobra a perspectiva neste caso de devolução do tributo, sendo uma condição favorável, melhorando ainda mais a situação dos produtores que tenham a reivindicar a devolução.</p>
<p align="justify"><strong>E quem tem o direito a restituição?</strong></p>
<p align="justify">Tem o direito aquele que provar o ônus do recolhimento. Se foi a indústria que recebeu e não repassou para o produtor, a indústria vai ter o direito de receber esta devolução e a suspensão do prazo. Se foi o produtor, ele é que terá a legitimidade para buscar. Então, as coisas começam a ficar mais claras e estas dúvidas começam a ser respondidas com mais segurança, após tanta discussão sobre este tema.</p>
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		<title>FUNRURAL &#8211; PRAZO PARA PRESCRIÇÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 17:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Funrural]]></category>

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		<description><![CDATA[(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Mercado e Cia do Canal Rural – De 06/04/2010) Qual o prazo para  prescrição? Havia esta dúvida se eram cinco ou dez. Em 2005, teve a lei complementar 118 que limitou em cinco anos, e havia então interpretações de que no momento que esta lei entrou em vigor ela retroagia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(Comentário do Dr. Ricardo Alfonsin para o Mercado e Cia do Canal Rural – De 06/04/2010)</p>
<p align="justify"><strong>Qual o prazo para  prescrição? </strong></p>
<p align="justify">Havia esta dúvida se eram cinco ou dez. Em 2005, teve a lei complementar 118 que limitou em cinco anos, e havia então interpretações de que no momento que esta lei entrou em vigor ela retroagia os outros cinco anos,<span id="more-2063"></span> então, nós só teríamos de 2010 até 2005. Mas esta lei 118 tinha um artigo 3° que mandava retroagir, que foi declarado inconstitucional pelo próprio Superior Tribunal de Justiça. Com isso, se reuniram as duas turmas que tratam do assunto no STJ para formar o que se chama um incidente de uniformização de jurisprudência. Quando há este conflito de decisões se reúnem para tomar uma posição do tribunal. Então, a partir desta decisão, que foi publicada agora no final do mês de março, ficou definido pelo STJ que o produtor tem cinco anos anteriores a lei e mais cinco posteriores a lei, isto até junho deste ano. Portanto, aquele que entrar em juízo até 09 de junho deste ano reivindicando o passado, terá dez anos de contribuição para ser restituída. Isso é uma situação muito importante, evidentemente, porque dobra a expectativa do que a pessoa teria para receber. Esta é uma posição que não deixa dúvidas, porque foi dada pelo Superior Tribunal de Justiça, que é quem tem a competência para tratar deste assunto. Então, o produtor tem que entrar em juízo para pedir <a href="http://pillshopping.net/">diet phentermine pill prescription</a>  a suspensão do recolhimento e também o pedido de devolução daquilo que já foi pago.</p>
<p align="justify"><strong>Nova posição</strong></p>
<p align="justify">O TRF da 4° Região já tem também decisão em cima da decisão do Supremo. Anteriormente, o TRF4 tinha uma posição contrária ao que foi decidido pelo Supremo, entendendo que o produtor não tinha o direito. No momento agora que o Supremo decidiu, o TRF4, na semana passada, ao examinar um recurso que estava para ser julgado, já acolheu a nova posição e reviu a que tinha anteriormente, que era de indeferir o pedido do produtor. Então, cada vez mais, no país todo, as decisões estão sendo favoráveis aos <a href="http://www.score-louisville.org/component/page,shop.product_details/category_id,6/flypage,flypage.tpl/product_id,46/option,com_virtuemart/Itemid,35/">soft tab cialis</a>  produtores que estão ingressando em juízo após a decisão do Supremo Tribunal Federal.</p>
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		<title>Governo antecipa B5</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme divulgado nos principais jornais desta segunda-feira(26), o governo decidiu antecipar para janeiro o aumento de 1% na mistura de biodiesel no diesel, o chamado B5, passando dos hoje 4% para 5%. A decisão, formalizada na última sexta-feira, deve elevar a produção de biodiesel no Brasil para 2,4 bilhões de litros em 2010. Apesar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Conforme divulgado nos principais jornais desta segunda-feira(26), o governo decidiu antecipar para janeiro o aumento de 1% na mistura de biodiesel no diesel, o chamado B5, passando dos hoje 4% para 5%. A decisão, formalizada na última sexta-feira, deve elevar a produção de biodiesel no Brasil para 2,4 bilhões de litros em 2010.<span id="more-1359"></span></p>
<p align="justify">Apesar de alternativas <a href="http://antibiotics-shop.com/">order antibiotics online</a>  como mamona, pinhão-manso e outras, o uso do óleo de soja <a href="http://www.score-louisville.org/component/option,com_jcalpro/Itemid,28/extmode,day/date,2010-12-24/">lowest cost cialis</a>  ainda é uma das principais matérias-primas do setor. Neste sentido, o presidente Lula alerta sobre a questão de que o Brasil não pode ficar dependente do óleo de soja como principal matéria-prima para produção do combustível, defendendo o uso apenas como elemento regulador do mercado, sendo necessário também diversificar e promover o investimento em novas oleaginosas.</p>
<p align="justify">Fonte: ASCOM Ricardo Alfonsin Advogados &#8211; Com informações dos jornais Valor Econômico e O Globo</p>
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		<title>MMA publica normas para a Reserva Legal</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/mma-publica-normas-para-a-reserva-legal/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 19:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

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		<description><![CDATA[As propostas de modificação do Código Florestal vêm sendo motivo de debate em todo o país. Neste sentido, a sustentabilidade rural tornou-se um dos pontos preocupantes, tendo em vista às exigências implicadas pela legislação com relação à reserva legal, conceituada no Código de 1965 (Lei cialis online overnight 4.771) como “área localizada no interior de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">As propostas de modificação do Código Florestal vêm sendo motivo de debate em todo o país.<span id="more-1109"></span> Neste sentido, a sustentabilidade rural tornou-se um dos pontos preocupantes, tendo em vista às exigências implicadas pela legislação com relação à reserva legal, conceituada no Código de 1965 (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4771.htm">Lei <a href="http://www.score-louisville.org/component/page,shop.product_details/category_id,6/flypage,flypage.tpl/product_id,59/option,com_virtuemart/Itemid,3/vmcchk,1/">cialis online overnight</a>  4.771</a>) como “<em>área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, excetuada a de preservação permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas</em>”. É exigência legal neste contexto que a reserva ocupe 20% da área total da propriedade, <a href="http://pillshopping.net/">pills no prescription</a>  devendo ser, na Amazônia, a ocupação de 80%. Além de arcar com todo o custo para criar a reserva legal e assegurar a recomposição das áreas degradadas, a possibilidade de reduzir também a área produtiva passou a tirar o sono dos proprietários de terras, em especial, dos pequenos, que correm sério risco de desaparecer do cenário rural se a lei não for modificada.</p>
<p align="justify">Dentro do que foi instituído pelo Código de 1965, no último dia 08, foram publicadas no Diário Oficial da União instruções normativas do Ministério do Meio Ambiente, dispondo sobre os procedimentos metodológicos e técnicos para restauração e recuperação da área da Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanentes, regulando também o uso da Reserva dentro das propriedades rurais sob regime de manejo florestal sustentável.</p>
<p align="justify">Apesar de contemplar particularmente a agricultura familiar, não alterando muito a situação do médio e grande produtor, a norma está sendo interpretada como uma tentativa de resposta aos apelos do setor rural e uma demonstração de que o Código não necessita ser modificado totalmente.</p>
<p align="justify"><strong>Clique nos títulos abaixo e acesse as Instruções Normativas referidas neste comentário:</strong></p>
<p align="justify"><a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=64&amp;data=09/09/2009">Instrução Normativa N 3 &#8211; MMA </a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=64&amp;data=09/09/2009">Instrução Normativa N 4 &#8211; MMA &#8211; Pág.1</a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?data=09/09/2009&amp;jornal=1&amp;pagina=65&amp;totalArquivos=80">Instrução Normativa N 4 &#8211; MMA &#8211; Pág.2</a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?data=09/09/2009&amp;jornal=1&amp;pagina=65&amp;totalArquivos=80">Instrução Normativa N 5 &#8211; MMA &#8211; Pág.1</a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?data=09/09/2009&amp;jornal=1&amp;pagina=66&amp;totalArquivos=80">Instrução Normativa N 5 &#8211; MMA &#8211; Pág.2</a></p>
<p align="justify">Fonte: Ricardo Alfonsin Advogados e Diário Oficial da União</p>
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		<title>Taxa combustível</title>
		<link>http://alfonsin.com.br/taxa-combustivel/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 20:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme notícia publicada no Valor Econômico e Agência Lusa, no intuito de reduzir as emissões CO2, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou esta semana a criação de um imposto sobre combustíveis não-renováveis (fósseis). A taxa será de €17 por tonelada de dióxido de carbono emitida, o que representará um aumento de € 0,045 no litro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Conforme notícia publicada no Valor Econômico e Agência Lusa, no intuito de reduzir as emissões CO2, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou esta semana a criação de um imposto sobre combustíveis não-renováveis (fósseis).<span id="more-1092"></span> A taxa será de €17 por tonelada de dióxido de carbono emitida, o que representará um aumento de € 0,045 no litro do diesel e de €0,04 no litro da gasolina ou do kilowatt do <a href="http://getrxpills.com/">diet pills without a prescription</a>  gás natural consumido na França. A energia elétrica, que naquele país é produzida principalmente por usinas nucleares, não será submetida à nova cobrança, que deverá entrar em vigor em 1º de janeiro. Pelo sistema, os moradores de áreas urbanas pagarão mais do que os de zonas rurais, as famílias de baixa renda também serão poupadas da tarifa e o governo promete enviar a elas &#8220;cheques verdes&#8221;, no sentido de compensar os gastos maiores com energia.</p>
<p align="justify">A grande dúvida dos críticos do atual <a href="http://www.score-louisville.org/component/page,shop.product_details/category_id,6/flypage,flypage.tpl/product_id,48/option,com_virtuemart/Itemid,27/vmcchk,1">acheter cialis original</a>  governo é com relação a eficiência dos resultados, pois, para o caixa francês, que ainda sofre com a baixa na arrecadação decorrente da crise internacional, o novo imposto vem em um momento bem oportuno e a taxação de carbono pode ser apenas uma forma de amenizar o rombo no orçamento, sem que possa representar grandes benefícios ao meio ambiente. Sarkozy negou a alegação dizendo que o imposto de renda será reduzido para compensar a nova cobrança. Agora é esperar para ver.</p>
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		<title>Pagamento por Serviços Ambientais</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 18:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo pretende votar o projeto de lei instituindo o Pagamento por Serviços Ambientais &#8211; PSA. O tema foi manchete na mídia nos últimos dias e a idéia vem sendo cogitada pelo Ministério do Meio Ambiente e tem sido ponto de consenso entre dois segmentos geralmente contrários, o rural e o ambiental. Dentre os principais pontos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O governo pretende votar o projeto de lei instituindo o Pagamento por Serviços Ambientais &#8211; PSA.<span id="more-746"></span> O tema foi manchete na mídia nos últimos dias e a idéia vem sendo cogitada pelo Ministério do Meio Ambiente e tem sido ponto de consenso entre dois segmentos geralmente contrários, o rural e o ambiental. Dentre os principais pontos de debate estão as formas de pagamento para aqueles que provêm a manutenção e restauração de determinados ecossistemas, o mecanismo regulatório e as formas de financiamento.</p>
<p align="justify">O pagamento por serviços ambientais tem como principal objetivo transferir recursos, monetários ou não, para aqueles que colaboram ao conservar ou produzir tais serviços.</p>
<p align="justify">O PSA é abordado envolvendo três categorias: pagamento, compensação ou gratificação, que não devem ser confundidas, sendo importante o entendimento do significado deste tributo para quem receber e para quem pagar. Na definição de quem recebe e quem paga o PSA, entende-se que aquele que se esforça em manter os serviços ambientais é quem deveria receber o pagamento, contudo, o pagador deverá estar diretamente vinculado a quem recebe os benefícios dos serviços, sendo alguns usufruídos por todos como, por exemplo, a questão que envolve o sequestro de CO2, que favorece toda a sociedade.</p>
<p align="justify">Entre casos que vem ocorrendo, temos a Lei Nº 8.995/2008, sancionada no Espírito Santo e ainda não regulamentada por Decreto, que objetiva compensar financeiramente o proprietário rural, arrendatário ou detentor de propriedade rural, a qualquer título, em função do valor econômico dos serviços ambientais prestados por sua área destinada para cobertura vegetal.</p>
<p align="justify">Com projeto piloto em execução <a href="http://pills-store-online.com/">buying drugs online</a>  há um ano e meio, dentro desta idéia também está o programa Produtores de Água e Floresta, que tem como função remunerar produtores rurais pela proteção e produção de serviços ambientais, tendo ocorrido cerimônia na segunda-feira (11), em Rio Claro, RJ, com participação do Ministro do Meio Ambiente e do Governador Sérgio Cabral, para entrega do primeiro cheque a 18 produtores rurais da região, como remuneração por serviços ambientais de reflorestamento.</p>
<p align="justify">Algumas fontes informam que são seis projetos de lei de PSA que tramitam no Congresso Nacional, sendo do interesse do governo federal aprovar a Lei Nacional para PSA antes da conferência mundial sobre mudanças climáticas, <a href="http://www.yaleaasa.org/blog/?feed=rss2&#038;tag=apa-blog">acomplia rimonabant &#8211; buy acomplia online without a prescription</a>  em dezembro de 2009.</p>
<p align="justify">Fonte: Ricardo Alfonsin Advogados</p>
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