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Cade analisa consórcio para maçã

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 Novo sistema pode melhorar negociação de preço da fruta<br /><b>Crédito: </b>  ROBERTO SANTOS / CP / MEMÓRIA

Novo sistema pode melhorar negociação de preço da fruta
Crédito: ROBERTO SANTOS / CP / MEMÓRIA

Deve ser protocolado, neste mês, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o projeto da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM) para criação de um consórcio que pretende reunir pomicultores, cooperativas e indústrias. O projeto, em discussão há dois anos, visa fomentar o comércio da fruta. A associação espera que o consórcio esteja funcionando até fevereiro de 2013. A partir da entrega do projeto no Cade, o Conselho tem 260 dias para avaliar o estatuto com todas as regras de funcionamento do consórcio. Neste período, o Cade pode solicitar mudanças no estatuto, apontado eventuais arestas jurídicas. O presidente da ABPM, Pierre Pérrès, diz que ainda é cedo para definir quantos produtores, cooperativas e indústrias irão aderir.
O presidente da Associação Gaúcha de Produtores de Maçã (Agapomi), Blaise de Laurens Castellet, diz que o principal benefício ao produtor será o aumento do poder de negociação no mercado. O preço médio, que varia conforme o tipo e a qualidade, é de R$ 0,64, cerca de 8% maior que no mesmo período de 2011. "Esperamos que com a alternativa do consórcio, nós possamos alcançar preços mais atrativos e vendas mais expressivas", conclui Castellet.

Fonte: Correio do Povo