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ANTT promoverá fórum para discutir regulação do setor de transportes

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Agência Nacional de Transportes Terrestres divulgou nota nesta quarta após manifestações em todo o país

Diogo Sallaberry

Foto: Diogo Sallaberry / Especial

O único bloqueio no Rio Grande do Sul ocorreu no quilômetro 66 da BR-392, entre Pelotas e Rio Grande

A respeito dos protestos que os caminhoneiros promoveram em todo o país nesta quarta, dia 25, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou nota informando que vem mantendo negociações com representantes dos caminhoneiros buscando o aperfeiçoamento dos requisitos para inscrição no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) e das normas relativas ao pagamento eletrônico de frete.
Segundo a entidade, essa e outras questões devem ser discutidas entre todos os interessados e serem incluídos na Agenda Regulatória da agência. Para isso, a entidade irá promover, em agosto, o Fórum Permanente do Transporte Rodoviário de Cargas. "As entidades representativas de transportadores e de usuários do setor de transporte rodoviário de cargas serão convidadas a discutir novas regras para a regulação do setor e para o equacionamento de outras demandas", informa a nota.
No Rio Grande do Sul, o protesto ocorreu sem maiores transtornos. O único bloqueio ocorreu no quilômetro 66 da BR-392, entre Pelotas e Rio Grande, e durou cerca de 30 minutos. Os manifestantes começaram o bloqueio às 10h30min e forçaram os motoristas a estacionarem em um posto de combustíveis.
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um caminhão que resistiu em parar teve os pneus furados. A interrupção causou congestionamento na rodovia. Agentes da PRF negociaram a liberação do local por volta das 11h. Em Porto Alegre, alguns caminhoneiros se reuniram em um posto de combustíveis às margens da freeway, em Porto Alegre. No local, estacionaram os caminhões e fizeram um churrasco para manter a mobilização.
Pretendemos manter a paralisação até segunda-feira – disse Osmar Lima, coordenador do Movimento União Brasil Caminhoneiro na região Metropolitana.

ZERO HORA

Fonte: Ruralbr