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ALGODÃO – Produtores e entidades discutem custos da lavoura de algodão na Bahia

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Participaram do debate representantes da Abapa, da Aiba, de sindicatos de produtores, da Fundação BA, da Embrapa, de empresas de consultoria e assistência técnica, de agentes financeiros e da Conab

algodão-Bahia (Foto: Divulgação/Abapa)

Os principais custos da lavoura de algodão e os Estudos de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) da fibra para a Bahia foram debatidos em evento realizado no auditório da Abapa, em Barreiras (BA), na semana passada. Participaram representantes da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), de sindicatos de produtores, da Fundação BA, da Embrapa, de empresas de consultoria e assistência técnica, de agentes financeiros e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Técnicos da Conab reavaliaram junto aos produtores o pacote tecnológico, com práticas agrícolas como correção e preparo de solo, plantio, colheita, beneficiamento, pacotes tecnológicos, entre outros, praticados nas lavouras de algodão do Estado e a planilha da Conab recebeu ajustes e adequações. Conforme a nota, esses dados, combinados aos números de outros Estados produtores, servirão de parâmetro para que o governo federal defina preços mínimos do produto. "A formatação do custo médio da região norteará a Conab para a definição do preço mínimo do algodão", disse o diretor executivo da Abapa, Lidervan Morais, segundo a nota.

O Zarc, que determina a data de semeadura por região, utilizando softwares de alta performance, é um condicionante para que o agricultor obtenha financiamentos. Os dados são repassados para o Ministério da Agricultura, que orienta os produtores sobre quais as melhores épocas de plantio, considerando as especificidades das diferentes regiões brasileiras. "O zoneamento é fundamental para a obtenção de financiamento e seguro agrícola por parte do produtor rural", disse Morais.

POR ESTADÃO CONTEÚDO

Fonte : Globo Rural