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Agronegócio é campo fértil para drones

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Sergio Ranalli/PEGN

Manoel Silva Neto: empresa foi a vencedora do concurso de pitches Conte Sua História, durante a Campus Party

Os drones fabricados por multinacionais destroem alvos militares, vigiam fronteiras, filmam eventos e até entregam produtos. Mas há um mercado que ainda está nas mãos das pequenas empresas: o agronegócio. Isso porque a geografia, o clima e o sistema de plantio da cada país são decisivos no tipo de tecnologia empregada nos aviõezinhos. Com sede em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, a DronEng deve faturar R$ 1 milhão neste ano prestando serviços como monitoramento de lavouras, análise do relevo, controle de desmatamento e contagem de rebanhos bovinos.

"Em um mercado cada vez mais competitivo como o agronegócio, a tecnologia ajuda as fazendas a ganharem produtividade", afirma Manoel Silva Neto, 27 anos, fundador da DronEng. Em 2016, a empresa lançou seu primeiro modelo próprio de drone, o Batmap, feito com fibra de carbono e isopor plástico moldado. O aparelho tem autonomia para uma hora e meia de voo e custa R$ 61 mil – 20 unidades já foram vendidas. Em janeiro, a DronEng foi a vencedora do concurso de pitches Conte Sua História, realizado pela revista "PEGN" durante a Campus Party. "Foi uma vitrine muito importante para nós", diz Neto.

Por Edson Valente | Da PEGN

Fonte : Valor